O Benfica assinalou, esta semana, o 12.º aniversário da morte de Eusébio da Silva Ferreira, a maior figura da história do clube e uma das maiores lendas do futebol mundial. Doze anos depois do desaparecimento da mítica Pantera Negra, o nome de Eusébio continua profundamente enraizado na identidade encarnada, sendo recordado com emoção, respeito e orgulho por adeptos, jogadores e dirigentes.
A 5 de janeiro de 2014, Portugal despedia-se de um dos seus maiores símbolos desportivos. Eusébio faleceu aos 71 anos, deixando um legado incomparável dentro e fora dos relvados. Desde então, a data tornou-se um momento de reflexão e homenagem para todos os que vivem o Benfica de forma intensa.
Benfica recorda Eusébio nas redes sociais
Para assinalar a efeméride, o Benfica recorreu às redes sociais, partilhando uma publicação emotiva que recorda os dias que se seguiram à morte do antigo avançado. A mensagem foi simples, mas carregada de simbolismo:
«Para sempre na nossa memória»
A publicação foi acompanhada por várias fotografias das homenagens prestadas à estátua de Eusébio, situada nas imediações do Estádio da Luz. Cachecóis, flores, camisolas e mensagens deixadas por adeptos ilustraram, uma vez mais, a dimensão do carinho eterno que o universo benfiquista nutre pela sua maior lenda.
Mesmo passados 12 anos, o espaço continua a ser um local de peregrinação para adeptos nacionais e estrangeiros, que fazem questão de prestar tributo ao Rei do futebol português.
António Silva junta-se à homenagem
A memória de Eusébio não vive apenas nos adeptos mais antigos. Também os jogadores da atual geração continuam a reconhecer a importância histórica do Pantera Negra. Um dos exemplos foi António Silva, defesa-central do Benfica, que assinalou a data através de uma publicação no Instagram, demonstrando que o legado de Eusébio atravessa gerações e continua a inspirar quem veste a camisola encarnada.
Este gesto simboliza bem a ligação entre o passado glorioso e o presente do clube da Luz, reforçando a ideia de que Eusébio não é apenas história — é identidade.
Números que explicam a dimensão da lenda
Falar de Eusébio é falar de números absolutamente extraordinários. Entre 1961 e 1975, o Pantera Negra disputou 440 jogos oficiais pelo Benfica, nos quais marcou 472 golos, um registo impressionante que o coloca como o maior goleador da história do clube.
𝟬𝟱.𝟬𝟭.𝟮𝟬𝟭𝟰 para sempre na nossa memória. pic.twitter.com/bPakKJO3d4
— SL Benfica (@SLBenfica) January 5, 2026
Durante esse período, Eusébio foi peça-chave nos maiores sucessos do Benfica, incluindo conquistas nacionais e internacionais que elevaram o clube a um patamar de elite no futebol europeu. A sua influência ia muito além dos golos: liderança, carisma e talento puro faziam dele uma referência dentro do balneário e um ídolo fora dele.
Herói nacional no Mundial de 1966
O impacto de Eusébio não se limitou ao Benfica. Com a camisola da Seleção Nacional, o avançado somou 41 golos em internacionalizações, tendo sido o grande protagonista do histórico terceiro lugar de Portugal no Mundial de 1966, em Inglaterra.
Nesse torneio, Eusébio foi o melhor marcador da competição, com nove golos, protagonizando exibições memoráveis que colocaram Portugal no mapa do futebol mundial. Até hoje, esse desempenho continua a ser considerado um dos maiores feitos da história da Seleção.
Uma figura eterna no coração do Benfica
Doze anos após a sua morte, Eusébio continua a ser presença constante no Estádio da Luz, seja através da sua estátua, do seu nome associado a prémios e homenagens, ou da forma como é constantemente recordado em momentos simbólicos do clube.
Para o Benfica, Eusébio não é apenas uma antiga glória: é um símbolo eterno, um exemplo de dedicação, talento e amor à camisola. A sua história confunde-se com a própria história do clube e continuará a ser contada às novas gerações como sinónimo de grandeza.
Eusébio, para sempre imortal
A passagem do tempo não apaga a memória dos verdadeiros ídolos. Pelo contrário, reforça a sua importância. Doze anos depois, Eusébio continua vivo no coração dos benfiquistas e no ADN do clube.
A Pantera Negra partiu fisicamente em 2014, mas nunca deixou o Benfica. O seu nome, os seus golos e a sua história permanecem eternos.
Porque há lendas que nunca morrem.
E Eusébio será sempre o Rei da Luz 🦅❤️






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