Grandes de Portugal

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Lesionado, mas incansável: médio do Benfica trabalha em silêncio para convencer José Mourinho e sonhar com o Mundial


Pode não estar nas manchetes todos os dias, nem a disputar jogos de forma consecutiva, mas Enzo Barrenechea está longe de baixar os braços. Pelo contrário. O médio argentino do Benfica vive um momento delicado da temporada, marcado por uma luxação no ombro direito, mas tem dado provas claras de que a ambição e o profissionalismo continuam intactos — dentro e fora do relvado.

Aos 24 anos, Barrenechea atravessa uma fase decisiva da carreira. Consciente de que o tempo é precioso e de que cada detalhe conta, o médio encarnado tem trabalhado em silêncio e longe dos holofotes, com um objetivo bem definido: recuperar o mais rápido possível, ganhar espaço na equipa de José Mourinho e manter vivo o sonho de marcar presença no próximo Mundial ao serviço da Argentina.

Horas extra mesmo nos dias de folga

Desde que sofreu a lesão, Enzo Barrenechea passou a integrar um plano de recuperação altamente rigoroso. Mesmo nos dias de folga coletiva do plantel, o argentino tem sido presença habitual no Benfica Campus, dedicando-se ao fortalecimento da zona afetada e ao trabalho físico complementar.

Além das sessões específicas realizadas no Seixal, o médio segue também um plano individual em casa, desenhado para acelerar a recuperação sem comprometer a segurança física. O tratamento é conservador, evitando intervenção cirúrgica, o que exige disciplina máxima e uma gestão criteriosa do esforço.

Fontes próximas do clube garantem que a postura do jogador tem sido exemplar, merecendo elogios internos pela forma como encara este período menos favorável.

Mourinho gere com pinças… mas não perde de vista

José Mourinho aprecia jogadores comprometidos, resilientes e mentalmente fortes — e Enzo Barrenechea encaixa perfeitamente nesse perfil. Ainda assim, o técnico português tem sido extremamente cauteloso na gestão do médio, consciente dos riscos associados a uma recaída.

Desde a lesão, Barrenechea foi titular apenas numa ocasião, na goleada por 4-0 frente ao Estrela da Amadora. Mesmo nesse encontro, a substituição ao intervalo já estava previamente planeada, num claro sinal de que a prioridade passa por preservar o atleta.

Pouco tempo depois, o argentino voltou a dar o seu contributo num dos momentos mais marcantes da época: foi lançado para os oito minutos finais da vitória épica por 4-2 frente ao Real Madrid, um jogo de enorme exigência emocional e física. A sua entrada, embora curta, mostrou que continua a ser uma opção válida para o treinador.

Decisão prudente em Tondela

No encontro seguinte, frente ao Tondela, disputado num relvado muito pesado e castigado pelo mau tempo, a decisão foi clara: Barrenechea não entrou em campo. A equipa técnica considerou que as condições aumentavam significativamente o risco de lesão, optando pela prudência.

A situação física do médio é avaliada de forma constante, praticamente jogo a jogo, num equilíbrio delicado entre a vontade do jogador de ajudar a equipa e a necessidade de proteger o seu futuro desportivo.

Um ano especial… com Mundial no horizonte

A temporada 2025/26 não é uma época qualquer. Para Enzo Barrenechea, trata-se de um ano especial, marcado pela proximidade do Mundial. O médio sabe que precisa de minutos, regularidade e boas exibições para chamar a atenção de Lionel Scaloni, selecionador da Argentina.

A concorrência no meio-campo albiceleste é feroz, mas Barrenechea acredita que o trabalho, a consistência e a experiência adquirida num clube da dimensão do Benfica podem jogar a seu favor. Convencer Mourinho é o primeiro passo; convencer Scaloni é o grande sonho.

Um jogador valorizado e fiável

Apesar das limitações físicas recentes, Enzo Barrenechea continua a ser visto como um ativo importante do plantel encarnado. Avaliado em 15 milhões de euros, o médio soma números sólidos na presente temporada.

Com a camisola do Benfica, realizou 32 partidas oficiais, distribuídas da seguinte forma:

  • 16 na Liga Portugal Betclic

  • 12 na Liga dos Campeões

  • 2 na Taça de Portugal

  • 1 na Taça da Liga

  • 1 na Supertaça

Ao todo, esteve 2.448 minutos em campo, registando um golo e uma assistência, números que não contam toda a história, mas refletem a sua importância no equilíbrio tático e na intensidade do meio-campo.

Silêncio, trabalho e ambição

Num futebol cada vez mais mediático, Enzo Barrenechea escolheu outro caminho: menos palavras, mais trabalho. Longe das polémicas e das redes sociais, o argentino concentra-se no essencial, acreditando que o esforço diário acabará por ser recompensado.

O Benfica acompanha de perto a evolução do jogador, e José Mourinho sabe que pode contar com um médio que não desiste, mesmo quando o corpo impõe limites.

Se o silêncio também ganha jogos, Barrenechea está a fazer tudo para que, quando voltar em pleno, fale… dentro das quatro linhas.

Mensagem enigmática de craque do Benfica agita adeptos em fase decisiva da recuperação


Richard Ríos voltou a dar sinais de vida — e de esperança — numa fase absolutamente crucial da temporada do Benfica. O médio internacional colombiano, que se encontra afastado dos relvados devido a uma luxação traumática no ombro esquerdo, recorreu às redes sociais para deixar uma mensagem enigmática e carregada de significado, que rapidamente despertou a atenção dos adeptos encarnados.

Posso não ver o amanhã, mas Deus já escreveu o meu caminho”, escreveu o camisola 20 do Benfica, numa publicação que não passou despercebida. A frase foi acompanhada por outra, em inglês, ainda mais direta e simbólica: “One day at a time” (“Um dia de cada vez”). Palavras simples, mas suficientes para alimentar a esperança de um regresso iminente numa altura decisiva da época.

Uma mensagem que diz muito sem dizer tudo

A publicação surge numa fase delicada, tanto para o jogador como para o clube. Richard Ríos está a entrar na reta final do processo de recuperação, depois de se ter lesionado a 14 de janeiro, na derrota do Benfica por 1-0 frente ao FC Porto, em jogo da Taça de Portugal.

Desde então, o médio tem seguido um plano rigoroso de reabilitação, optando por não avançar para cirurgia, decisão que implicou maior disciplina, mas que pode permitir um regresso mais rápido à competição. A mensagem partilhada foi interpretada por muitos adeptos como um sinal claro de que o jogador se sente cada vez mais perto de voltar.

Benfica gere o regresso com máxima cautela

Apesar do otimismo, no Benfica impera a prudência. A equipa técnica liderada por José Mourinho não quer correr riscos com um dos seus jogadores mais influentes e, por isso, o regresso de Ríos está a ser cuidadosamente planeado.

Segundo informações recolhidas, é muito provável que o médio falhe o jogo frente ao Alverca, este domingo, assim como a deslocação ao terreno do Santa Clara, na jornada seguinte do campeonato. O grande objetivo é claro: ter Richard Ríos a 100% nas duas mãos frente ao Real Madrid, no playoff de acesso aos oitavos-de-final da Liga dos Campeões, marcado para 17 e 25 de fevereiro.

Real Madrid no horizonte muda tudo

O duplo confronto com os merengues é encarado como um dos momentos-chave da temporada encarnada. Contar com Richard Ríos nesses encontros pode fazer toda a diferença, não só pela sua qualidade técnica, mas também pela intensidade, capacidade de pressão e equilíbrio que oferece ao meio-campo.

Internamente, o Benfica acredita que o colombiano pode ainda ser decisivo nesta fase da época, razão pela qual qualquer regresso antecipado está completamente fora de hipótese. A prioridade é clara: evitar recaídas e garantir o máximo rendimento quando realmente importa.

Um pilar no meio-campo de Mourinho

Desde a chegada ao Benfica, Richard Ríos afirmou-se como peça-chave no sistema de José Mourinho. A sua ausência foi sentida em vários momentos, sobretudo pela capacidade que tem de ligar setores, recuperar bolas e aparecer em zonas de finalização.

Na presente temporada, o médio soma 32 jogos oficiais, distribuídos da seguinte forma:

  • 16 na Liga Portugal Betclic

  • 10 na Liga dos Campeões

  • 3 na Taça de Portugal

  • 2 na Taça da Liga

  • 1 na Supertaça

Ao todo, Ríos contabiliza 2.622 minutos, com três golos e duas assistências, números que confirmam a sua importância no equilíbrio e na dinâmica ofensiva da equipa.

Avaliado em 22 milhões e com mercado atento

Avaliado atualmente em 22 milhões de euros, Richard Ríos é também um dos ativos mais valorizados do plantel encarnado. As boas exibições na Liga dos Campeões colocaram o seu nome nos radares de vários clubes europeus, algo que o Benfica acompanha com atenção.

No entanto, nesta fase, qualquer cenário de mercado é secundário. O foco está exclusivamente na recuperação física e no regresso gradual à competição, num contexto em que o clube ainda luta por objetivos internos e europeus.

Barrenechea também na reta final da recuperação

Além de Ríos, Enzo Barrenechea é outro médio que está muito perto de regressar às opções de José Mourinho. O argentino sofreu igualmente uma luxação, neste caso no ombro direito, mas apresenta uma evolução positiva e pode voltar a ser opção já nos próximos compromissos.

A recuperação simultânea dos dois médios representa uma excelente notícia para o Benfica, que tem enfrentado limitações no meio-campo em momentos importantes da época.

Adeptos reagiram em força

A mensagem de Richard Ríos gerou milhares de reações nas redes sociais, com adeptos a deixarem palavras de apoio, incentivo e expectativa. Muitos interpretaram a publicação como um sinal claro de que o regresso está para breve, enquanto outros elogiaram a maturidade e a força mental demonstradas pelo jogador.

Num momento em que cada detalhe conta, uma simples frase foi suficiente para reacender a chama da esperança na Luz.

Um regresso cada vez mais perto

“Um dia de cada vez” não é apenas uma frase motivacional. Para Richard Ríos, é um lema que resume semanas de trabalho silencioso, sacrifício e foco total no objetivo final: voltar mais forte e ajudar o Benfica nos momentos decisivos.

Agora, resta aguardar. Mas uma coisa é certa: quando Richard Ríos voltar aos relvados, não será apenas mais um regresso — será um reforço de peso para uma equipa que sonha alto.

Caos inesperado: Jogo do Benfica é suspenso aos 5 minutos e deixa Taça de Portugal em suspenso


O que prometia ser mais uma noite tranquila para o Benfica na Taça de Portugal de futsal transformou-se num verdadeiro caso insólito. O encontro entre Avanca e Benfica, referente aos 16 avos de final da prova rainha, foi suspenso logo aos 5 minutos e 4 segundos, numa decisão que apanhou jogadores, equipas técnicas e adeptos completamente de surpresa.

O motivo esteve longe de qualquer polémica disciplinar ou incidente com o público. A suspensão ficou a dever-se às más condições do piso, considerado excessivamente escorregadio e perigoso para a integridade física dos atletas. Na altura da interrupção, o Benfica já vencia por 4-2, depois de um início de jogo eletrizante e com muitos golos.

Um problema que começou antes do apito inicial

O encontro estava inicialmente marcado para o Pavilhão Adelino Dias da Costa, mas ainda antes do início foi decidido transferi-lo para o Multiusos de Estarreja, numa tentativa de garantir melhores condições para a realização da partida. No entanto, a mudança de recinto acabou por não resolver o problema principal.

Desde os primeiros instantes do jogo, tornou-se evidente que o piso apresentava níveis elevados de humidade, provocando escorregadelas constantes e dificultando a circulação da bola. Vários jogadores de ambas as equipas demonstraram dificuldades em manter o equilíbrio, levantando preocupações sérias quanto à segurança.

Árbitros não tiveram alternativa

Após pouco mais de cinco minutos jogados, a equipa de arbitragem decidiu interromper definitivamente a partida, considerando que não estavam reunidas as condições mínimas para a sua continuidade. A decisão foi tomada após diálogo com os capitães e com os responsáveis das equipas, numa altura em que o risco de lesão começava a ser demasiado elevado.

Apesar de o Benfica estar em vantagem no marcador, a prioridade foi clara: proteger a integridade física dos jogadores. A Taça de Portugal é uma competição de elevado prestígio, mas nenhum resultado justifica colocar em risco carreiras e saúde dos atletas.

Benfica dominava num arranque frenético

Até ao momento da suspensão, o jogo tinha sido tudo menos morno. O Benfica entrou determinado, assumiu rapidamente o controlo da partida e conseguiu chegar a uma vantagem confortável. Ainda assim, o Avanca respondeu e mostrou capacidade para discutir o resultado, num encontro que prometia emoção até ao fim.

O marcador assinalava 4-2 favorável aos encarnados, refletindo um futsal ofensivo, intenso e com oportunidades de parte a parte. A suspensão acabou por travar o ritmo e deixar o desfecho da eliminatória completamente em aberto.

Jogo será retomado em data a definir

A Federação Portuguesa de Futebol irá agora definir uma nova data para a retoma do encontro, que deverá ser disputado a partir do minuto em que foi interrompido. Até lá, ambas as equipas ficam obrigadas a aguardar indicações oficiais, num calendário já de si apertado.

Este adiamento levanta também questões logísticas, sobretudo para o Benfica, que enfrenta um calendário exigente entre competições nacionais e compromissos europeus.

Um déjà vu para os encarnados

O episódio ganha ainda mais destaque por não ser caso único. Esta é já a segunda vez em apenas dois meses que o Benfica vê um jogo suspenso devido a condições inadequadas do piso. Recentemente, no Campeonato Placard, o encontro frente ao Gaia também teve de ser interrompido pelo mesmo motivo.

Na altura, a situação acabou por ser resolvida com a mudança de pavilhão, permitindo a conclusão da partida. Desta vez, nem mesmo a alteração prévia do recinto foi suficiente para evitar o desfecho indesejado.

Questões levantadas sobre infraestruturas

Este novo caso volta a colocar em cima da mesa o debate sobre as condições dos pavilhões utilizados nas competições nacionais. Clubes, jogadores e treinadores têm alertado, de forma recorrente, para a necessidade de maior rigor na certificação dos recintos, especialmente em jogos de eliminatórias, onde a intensidade é naturalmente mais elevada.

A repetição de episódios deste género poderá levar a federação a reforçar critérios de inspeção e a exigir garantias adicionais antes da realização das partidas.

Sporting também entra em cena

Entretanto, a Taça de Portugal de futsal continua a sua caminhada. A outra partida em atraso desta ronda, que opõe Samora Correia ao Sporting, está agendada para esta quinta-feira, às 19h45, e será acompanhada com atenção, até porque poderá definir um possível adversário futuro do Benfica.

Com o jogo dos encarnados suspenso, o quadro competitivo da prova fica temporariamente incompleto, aumentando a expectativa em torno da decisão final.

Adeptos surpreendidos, mas compreensivos

Nas redes sociais, muitos adeptos do Benfica mostraram surpresa com a situação, mas a maioria acabou por concordar com a decisão da arbitragem. A segurança dos jogadores foi vista como prioridade absoluta, mesmo que isso implique atrasos e alterações no calendário.

Ainda assim, não faltaram críticas à organização e à repetição de problemas semelhantes em tão curto espaço de tempo.

Um episódio raro… mas preocupante

A suspensão do Avanca–Benfica aos 5 minutos de jogo entra para a lista de episódios raros, mas levanta um alerta sério para o futsal português. A Taça de Portugal merece ser decidida dentro da quadra, com qualidade, segurança e espetáculo — algo que, desta vez, ficou adiado.

👉 Agora, resta saber quando e em que condições o Benfica poderá voltar a campo para fechar esta eliminatória… e se o piso estará finalmente à altura do espetáculo esperado.

Última hora: Benfica já decidiu o futuro das três maiores joias do Seixal


O futuro de três das maiores promessas do Benfica está praticamente definido e a revelação foi feita por Pedro Sousa, colocando um ponto final nas dúvidas que vinham a marcar os bastidores da Luz. José Neto, Anísio Cabral e Daniel Banjaqui, campeões do Mundo de sub-17 por Portugal, fazem parte de um plano estratégico claro da SAD encarnada, que passa por blindar o talento do Seixal com renovações de longo prazo e afastar o forte assédio dos gigantes europeus.

Segundo as informações inicialmente avançadas, os processos de José Neto e Anísio Cabral estavam já numa fase muito adiantada, com ambos perto de assinar contratos válidos até 2031, acompanhados de aumentos salariais expressivos e cláusulas de rescisão elevadas. O dossiê de Daniel Banjaqui, por sua vez, surgia como o mais complexo, devido ao interesse concreto de clubes como Barcelona e Chelsea, mas sempre com a garantia de que existia vontade mútua em prolongar o vínculo.

No entanto, Pedro Sousa foi mais longe na sua intervenção na CMTV e deixou uma garantia que tranquiliza por completo os adeptos encarnados.

Acordo fechado… falta apenas o tempo

De acordo com o jornalista, os três jovens já terão acordo fechado com o Benfica, estando apenas pendente a formalização oficial dos contratos. O motivo não é negocial, mas sim legal: os atletas ainda não completaram 18 anos, o que impede a assinatura imediata de contratos de longa duração.

Assim que atingirem a maioridade, o Benfica irá avançar com a oficialização das renovações, todas alinhadas até 2031, numa estratégia clara de proteção do seu património desportivo. Trata-se de uma decisão que confirma a confiança total da estrutura encarnada no trio e a aposta inequívoca no talento formado no Seixal.

Mourinho já deu o aval

Outro fator decisivo neste processo foi a avaliação de José Mourinho, que já trabalhou de perto com os três jovens e ficou agradado com a maturidade, qualidade técnica e capacidade competitiva demonstradas. Apesar da tenra idade, José Neto, Anísio Cabral e Daniel Banjaqui já se estrearam em contextos exigentes e mostraram personalidade suficiente para integrar o projeto a médio prazo.

O treinador português considera que segurar estas joias é essencial não só para o futuro desportivo do clube, mas também para a estabilidade do balneário e para a identidade do Benfica enquanto clube formador.

José Neto e Anísio Cabral na linha da frente

Entre os três, José Neto e Anísio Cabral foram sempre vistos como os casos mais simples de resolver. Ambos manifestaram desde cedo o desejo de continuar de águia ao peito e viram no Benfica o contexto ideal para crescer, competir e alcançar a elite do futebol europeu.

Os novos contratos preveem valorização salarial significativa, refletindo o novo estatuto dos jogadores dentro da estrutura e o reconhecimento pelo título mundial de sub-17. Além disso, as cláusulas de rescisão deverão ser ajustadas para valores elevados, afastando investidas precipitadas de clubes estrangeiros.

Banjaqui resistiu ao assédio europeu

O caso de Daniel Banjaqui foi o que gerou mais ruído mediático. O jovem talento chamou a atenção de vários observadores internacionais e chegou a ser associado a clubes de topo como Barcelona e Chelsea, que monitorizaram de perto a sua evolução.

Ainda assim, tanto o jogador como o seu círculo próximo sempre demonstraram abertura para continuar no Benfica, desde que o projeto fosse claro e garantisse espaço para crescimento desportivo. A SAD encarnada respondeu com um plano sólido, confiança total e uma proposta que satisfez todas as partes envolvidas.

Estratégia clara de Rui Costa

Esta decisão enquadra-se numa política mais ampla liderada por Rui Costa, que tem apostado fortemente na proteção dos ativos do clube. Depois de um mercado de inverno em que o Benfica recusou propostas milionárias por jogadores do plantel principal, o presidente volta a mostrar mão firme ao garantir o futuro das maiores promessas da formação.

A ideia passa por evitar erros do passado, em que talentos saíram cedo demais por valores considerados baixos, e assegurar que qualquer eventual venda futura seja feita em contexto de força negocial.

Adeptos respiram de alívio

A revelação de Pedro Sousa caiu como uma bomba positiva entre os adeptos encarnados, que veem nestes três jogadores símbolos do futuro do clube. Num futebol cada vez mais dominado por interesses financeiros e transferências precoces, o Benfica mostra que ainda acredita na formação como pilar central do seu projeto.

Com estas renovações praticamente garantidas, o clube assegura não só talento, mas também continuidade, identidade e esperança para os próximos anos.

O Seixal continua a dar frutos

José Neto, Anísio Cabral e Daniel Banjaqui representam mais uma geração dourada saída do Seixal, confirmando que a academia encarnada continua a ser uma das mais produtivas da Europa.

👉 Se tudo correr como planeado, o Benfica não só garantiu três joias… como protegeu o seu futuro até 2031.

Rui Costa fecha a porta ao mercado: Benfica recusou quase 100 milhões e decisão surpreende a Europa


O Benfica protagonizou um dos movimentos mais surpreendentes do mercado de transferências de inverno ao recusar propostas que, no total, rondavam os 100 milhões de euros. Numa altura em que muitos clubes optam por vender os seus principais ativos para equilibrar contas, Rui Costa tomou o caminho oposto, privilegiando a estabilidade desportiva e a continuidade do projeto liderado por José Mourinho, mesmo perante ofertas consideradas tentadoras por vários jogadores-chave do plantel encarnado.

Segundo informações apuradas junto de fontes próximas do processo, o presidente do Benfica manteve uma postura inflexível durante todo o mês de janeiro, resistindo a forte assédio internacional por nomes como Vangelis Pavlidis, Andreas Schjelderup, Gianluca Prestianni e António Silva. A decisão foi clara: não desmantelar o núcleo duro da equipa a meio da temporada, mesmo sabendo que o encaixe financeiro poderia ter sido histórico.

Pavlidis foi o mais cobiçado… e o mais protegido

Entre todos os ativos do plantel, Vangelis Pavlidis foi, de longe, o jogador mais desejado no mercado. O avançado grego atravessa uma época absolutamente impressionante, somando 27 golos e cinco assistências em 38 jogos, números que o colocam entre os avançados mais eficazes do futebol europeu esta temporada.

O Al Hilal, gigante da Arábia Saudita, foi um dos clubes que mais insistiu na contratação do goleador encarnado, estando disposto a apresentar uma proposta de grande dimensão financeira. Ainda assim, apesar da capacidade quase ilimitada do emblema saudita, o Benfica nem sequer abriu negociações, deixando claro que Pavlidis é inegociável nesta fase da época.

José Mourinho considera o avançado uma peça central no seu modelo de jogo e acredita que a sua saída comprometeria seriamente os objetivos desportivos, tanto a nível interno como nas competições europeias.

Schjelderup e Prestianni estiveram perto de sair

Além de Pavlidis, Andreas Schjelderup e Gianluca Prestianni também estiveram muito próximos de abandonar a Luz durante o mercado de inverno. Ambos despertaram interesse concreto de clubes europeus, com propostas que, somadas, atingiam valores bastante elevados.

No entanto, as exibições recentes dos dois jovens — especialmente frente ao Real Madrid — acabaram por ser determinantes para a decisão final. Mourinho ficou agradado com a evolução dos atletas e transmitiu à SAD a importância de manter ambos no plantel, não apenas como opções imediatas, mas também como apostas estratégicas para o futuro.

A resposta da direção foi clara: rejeição total das abordagens recebidas, mesmo sabendo que o mercado de verão poderá voltar a trazer propostas ainda mais agressivas.

António Silva também na lista… mas sem saída

Outro nome que gerou grande interesse foi António Silva, sobretudo pelo facto de entrar no último ano de contrato. A situação contratual do central fez soar alarmes no mercado, com vários clubes atentos a uma possível oportunidade de negócio.

Ainda assim, Rui Costa manteve a mesma linha de pensamento. Apesar do risco de ver o jogador aproximar-se do fim do vínculo, o Benfica preferiu segurar o defesa, apostando numa solução futura que poderá passar por renovação ou venda em condições mais favoráveis.

Além de António Silva, alguns dos jovens campeões do mundo de sub-17 também foram alvo de sondagens e propostas informais, o que confirma o elevado valor do talento produzido no Seixal.

Decisão estratégica num momento delicado

A recusa de propostas na ordem dos 100 milhões de euros não foi tomada de ânimo leve. O Benfica atravessa uma fase desportiva exigente, com a luta pelo título mais complicada e a qualificação para a próxima edição da Liga dos Campeões longe de ser garantida.

Ainda assim, a estrutura encarnada acredita que enfraquecer o plantel em janeiro teria um impacto negativo imediato, colocando em risco os objetivos mínimos da temporada. A aposta passou por manter uma equipa competitiva, confiante e estável, mesmo que isso significasse abdicar de um encaixe financeiro muito significativo a curto prazo.

Rui Costa manda mensagem forte ao mercado

Com esta postura, Rui Costa enviou uma mensagem clara, não só para o mercado, mas também para adeptos, jogadores e treinador: o projeto desportivo está acima de tudo. Num futebol cada vez mais dominado por decisões financeiras, o Benfica optou por remar contra a maré e proteger o balneário.

Internamente, a decisão foi bem recebida por José Mourinho, que ganhou tranquilidade para trabalhar com um grupo unido e sem perdas de peso no momento mais decisivo da época.

Verão promete… e muito

Apesar da resistência em janeiro, o Benfica sabe que o mercado de verão será bem diferente. Com vários jogadores valorizados e clubes atentos, as propostas deverão regressar — possivelmente com valores ainda mais elevados.

Para já, a estratégia está definida: fechar a porta no inverno, atacar objetivos desportivos e preparar decisões com mais margem no verão.

👉 Uma coisa é certa: o Benfica recusou quase 100 milhões… e mostrou que nem tudo tem preço.

Última hora: Resink no Benfica


O Benfica não desistiu de Stije Resink e está já a preparar um novo ataque ao médio neerlandês na próxima janela de transferências de verão. Depois de ver o Groningen fechar a porta a qualquer negociação em janeiro, as águias acreditam agora que o cenário mudou — e para melhor. O motivo é simples: a partir do final da temporada entra em vigor uma cláusula de rescisão significativamente inferior ao valor exigido no mercado de inverno, tornando o negócio bem mais acessível para a SAD encarnada.

Segundo informações recolhidas na imprensa dos Países Baixos, e confirmadas por declarações recentes do diretor desportivo do Groningen, Frank van Mosselveld, o Benfica mantém um interesse real e concreto no capitão da equipa neerlandesa. Em janeiro, o clube da Luz chegou mesmo a sondar formalmente as condições para uma eventual transferência, mas esbarrou na recusa firme do emblema holandês, que não quis perder uma das suas principais figuras a meio da época.

Cláusula muda tudo e anima a Luz

A grande novidade que relança o dossiê Resink prende-se com a cláusula de rescisão prevista no contrato do jogador. Ao que tudo indica, no final da época 2025/26, o médio de 22 anos poderá sair por um valor a rondar os seis milhões de euros, um montante consideravelmente inferior aos cerca de 10 milhões que o Groningen pretendia no último mercado de inverno.

Este detalhe não passou despercebido à estrutura encarnada, que já fez as contas e considera o valor perfeitamente comportável dentro da política financeira atual do clube. Recorde-se que o Benfica adotou uma postura mais contida nos últimos mercados, privilegiando investimentos cirúrgicos e evitando gastos considerados excessivos.

Interesse confirmado… mas sem proposta formal

Em declarações à imprensa neerlandesa, Frank van Mosselveld confirmou que o Benfica entrou em contacto direto com o Groningen para manifestar interesse no jogador. Ainda assim, o dirigente fez questão de sublinhar que nunca chegou a existir uma proposta oficial.

“Ficou claro, logo na primeira conversa, que não queríamos vender o Resink em plena época. É um jogador fundamental para os nossos objetivos”, explicou o diretor desportivo.

Essa posição levou o Benfica a recuar estrategicamente, optando por adiar qualquer investida para o verão, altura em que o contexto contratual será mais favorável.

Resink vive a melhor fase da carreira

Stije Resink atravessa um dos melhores momentos da sua ainda curta carreira. Formado no Almere City, o médio chegou ao Groningen há duas épocas e rapidamente se afirmou como peça-chave no meio-campo, ao ponto de assumir a braçadeira de capitão com apenas 22 anos.

Na presente temporada, os números falam por si: quatro golos e cinco assistências em 21 jogos oficiais, registos que impressionam tendo em conta que se trata de um médio com grande sentido posicional e forte capacidade defensiva. Para além disso, Resink destaca-se pela inteligência tática, qualidade de passe e liderança em campo, características muito apreciadas pelo scouting do Benfica.

Concorrência aperta, mas Benfica acredita

O bom rendimento do jogador não passou despercebido dentro dos Países Baixos. Ajax, Feyenoord e PSV seguem atentamente a evolução do médio, o que promete aquecer o mercado no verão. Ainda assim, o Benfica acredita ter argumentos fortes para convencer Resink.

Desde logo, a possibilidade de jogar regularmente competições europeias, a visibilidade internacional da Liga portuguesa e o histórico recente das águias na valorização de jovens talentos são vistos como trunfos importantes. Além disso, o jogador já admitiu publicamente que é difícil ficar indiferente ao interesse de um clube como o Benfica.

“Quando um clube dessa dimensão mostra interesse, é normal que isso nos faça pensar”, confessou Resink numa entrevista recente, deixando a porta claramente aberta a uma mudança para a Luz.

Mourinho quer reforçar o meio-campo

A insistência do Benfica neste dossiê não é por acaso. José Mourinho identificou o meio-campo como uma das zonas que carecem de reforço para a próxima temporada, sobretudo tendo em conta a exigência física e competitiva do futebol português e das provas europeias.

Resink encaixa no perfil desejado pelo técnico: jovem, intenso, disciplinado taticamente e com margem de progressão. A sua chegada permitiria aumentar as opções no setor intermédio e preparar o futuro, numa altura em que o clube também pondera eventuais saídas no plantel.

Verão promete agitar a Luz

Com a cláusula mais baixa, o interesse confirmado e a abertura do jogador, o Benfica parte para o mercado de verão em posição vantajosa. Ainda assim, a SAD sabe que terá de agir rapidamente para evitar um leilão com clubes rivais, sobretudo da Eredivisie.

Se nada mudar entretanto, Stije Resink promete ser um dos nomes quentes do próximo mercado — e o Benfica está decidido a não deixar escapar mais uma oportunidade estratégica.

Benfica fechou a carteira em janeiro? Eis quanto gastou o clube num mercado de inverno que está a dar que falar


O Benfica surpreendeu adeptos e analistas ao adotar uma postura claramente mais contida no mercado de transferências de inverno de 2025/26. Numa janela tradicionalmente marcada por investimentos estratégicos e correções ao plantel, as águias optaram por um caminho bem mais prudente, gastando apenas 11 milhões de euros, num registo que não se via desde 2022. A decisão está a gerar debate entre os benfiquistas, sobretudo numa época exigente, marcada por pressão interna, objetivos ambiciosos e um calendário carregado.

Sob o comando de José Mourinho, o Benfica fechou o mercado com apenas dois reforços: Sidny Lopes Cabral e Rafa Silva. O primeiro, lateral/extremo contratado ao Estrela da Amadora, custou 6 milhões de euros, aos quais podem acrescer 2,5 milhões em bónus, garantindo 90% do passe. Já Rafa Silva regressou ao futebol português através de um acordo com o Besiktas, por 5 milhões de euros, num negócio visto como oportunidade de mercado. Ambos os jogadores foram escolhidos pela sua polivalência, algo valorizado por Mourinho, que pretende soluções capazes de responder a diferentes contextos táticos.

Apesar do investimento reduzido, a verdade é que o Benfica esteve longe de ficar parado. A SAD encarnada explorou várias possibilidades, sobretudo em três posições consideradas prioritárias: ponta de lança, extremo e médio-centro. No ataque, o grande alvo foi Lorenzo Lucca, avançado italiano do Nápoles. As águias tentaram um empréstimo com opção de compra, mas o jogador acabou por preferir o Nottingham Forest, onde lhe foi prometido maior protagonismo imediato, algo que o Benfica não conseguiu garantir.

Para as alas, o nome mais falado foi o de André Luiz, do Rio Ave. O Benfica apresentou uma proposta de 12 milhões de euros, mais 3 milhões em objetivos, mas os vila-condenses mantiveram-se firmes e exigiram valores próximos da cláusula de rescisão. O desfecho acabou por ser surpreendente: André Luiz rumou ao Olympiakos por apenas 6,75 milhões, levantando críticas entre os adeptos encarnados. Outro nome equacionado foi Wesley, do Al Nassr, mas os elevados custos salariais inviabilizaram qualquer avanço.

No meio-campo, o alvo identificado foi Stije Resink, do Groningen. O Benfica mostrou-se disposto a investir 7 milhões de euros, mais 3 milhões em bónus, mas o clube neerlandês recusou negociar em janeiro, preferindo adiar qualquer decisão para o verão. Com as portas do mercado a fechar-se, a estrutura encarnada optou por olhar para dentro e confiar em soluções internas.

E foi precisamente aí que Mourinho encontrou algum conforto. Enzo Barrenechea regressou após recuperar de uma lesão no ombro direito e voltou a estar disponível para a rotação do meio-campo. Richard Ríos também está na reta final da recuperação e poderá ser opção ainda este mês, inclusive para jogos decisivos como o playoff da Liga dos Campeões frente ao Real Madrid. No ataque, a recuperação de Dodi Lukebakio, aliada à chegada de Sidny e Rafa, levou o Benfica a abandonar a ideia de contratar mais extremos.

No capítulo das saídas, o mercado foi igualmente tranquilo. O único movimento autorizado foi a cedência de Rafael Obrador, emprestado ao Torino, depois de não ter convencido Mourinho na primeira metade da temporada. Houve, no entanto, tentativas de assédio a outras peças do plantel. Andreas Schjelderup esteve muito perto de sair em definitivo para o Club Brugge, que apresentou uma proposta na ordem dos 8 milhões de euros, mais bónus, mas o Benfica manteve-se firme nos 15 milhões pretendidos. A decisão acabou por ser reforçada após os dois golos do norueguês frente ao Real Madrid, que elevaram o seu estatuto dentro do grupo.

Também Gianluca Prestianni beneficiou desta estratégia de contenção. O jovem argentino somou mais minutos, ganhou titularidades recentes e convenceu a equipa técnica a manter a atual estrutura ofensiva, evitando mudanças drásticas a meio da época.

Comparando com os últimos três anos, em que o Benfica investiu de forma mais agressiva nos mercados de janeiro, esta postura marca uma clara mudança de rumo. Num contexto em que a luta pelo título se apresenta complicada e a qualificação para a próxima Liga dos Campeões é vista como um desafio exigente, a direção optou por “fechar a carteira”, evitar riscos elevados e apostar numa gestão financeira mais responsável.

A estratégia passa agora por maximizar o rendimento do plantel existente, confiar nas recuperações e na evolução dos jovens, e deixar os grandes investimentos para o verão. Uma aposta que pode revelar-se decisiva… ou polémica, caso os resultados não acompanhem. 🔴⚪

Quase fechado: João Rego pode deixar o Benfica e já há destino em cima da mesa


O futuro de João Rego no Benfica pode passar por uma mudança temporária ainda nesta temporada. O jovem médio encarnado está perto de sair por empréstimo até ao final da época, com o PAOK, da Grécia, a surgir como o clube mais interessado em garantir os seus serviços.

De acordo com informações avançadas pelo jornal A Bola, o emblema de Salónica já iniciou contactos exploratórios com o Benfica, demonstrando interesse concreto no internacional jovem português. No entanto, qualquer avanço nas negociações está dependente de um ponto considerado essencial pela estrutura encarnada: a renovação contratual de João Rego antes de uma eventual cedência.

Promovido ao plantel principal do Benfica na época passada, João Rego tem vindo a somar oportunidades de forma gradual. Em 2024/25, o médio participou em 13 jogos, apontando um golo, num contexto de forte concorrência no meio-campo das águias. Já na presente temporada, 2025/26, o jogador de apenas 20 anos tem sido utilizado maioritariamente numa posição mais adiantada, atuando como extremo, função onde também conseguiu deixar a sua marca.

Até ao momento, João Rego soma 14 partidas oficiais nesta época, tendo voltado a faturar uma vez. Apesar do aproveitamento, a verdade é que o crescimento do jovem pode ser travado pela entrada de novos reforços no mercado de inverno, situação que reduziu o espaço disponível no plantel orientado por José Mourinho.

É precisamente neste contexto que surge o PAOK como uma solução vista com bons olhos por todas as partes. O clube grego procura reforçar o setor ofensivo para atacar a fase decisiva da temporada e acredita que João Rego pode acrescentar qualidade, versatilidade e intensidade, características muito valorizadas no futebol helénico.

Além disso, o projeto desportivo apresentado pelo PAOK é considerado apelativo. A equipa de Salónica segue atualmente a apenas um ponto do AEK na luta pelo topo do campeonato grego e já garantiu presença nos playoffs da Liga Europa, onde terá pela frente o Celta de Vigo, num duelo que promete grande visibilidade internacional.

Para o Benfica, o empréstimo surge como uma oportunidade clara para potenciar a evolução do jogador, permitindo-lhe somar minutos competitivos de forma regular num campeonato exigente, ao mesmo tempo que mantém o controlo total do seu futuro. A eventual renovação contratual antes da saída serviria precisamente para proteger o ativo, evitando riscos a médio prazo.

Fontes próximas do processo indicam que o dossiê está a ser analisado com cautela, mas há abertura total das águias para a operação, desde que as condições desportivas e contratuais sejam salvaguardadas. Do lado do jogador, a possibilidade de jogar com maior regularidade e de competir em provas europeias é vista como um passo importante na sua carreira.

João Rego continua a ser encarado internamente como um futebolista com grande margem de progressão, mas a estrutura encarnada acredita que, neste momento, um empréstimo pode ser decisivo para acelerar o seu crescimento e regressar mais preparado à Luz.

Nas próximas semanas são esperados novos desenvolvimentos, sendo que o desfecho poderá acontecer rapidamente caso Benfica, PAOK e o jogador cheguem a acordo total. Certo é que o jovem talento encarnado está cada vez mais perto de viver a primeira experiência internacional da carreira.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

“Negócio do século” em marcha? Imprensa espanhola revela plano milionário do Sporting


A renovação iminente de Francisco Trincão com o Sporting está a provocar forte impacto além-fronteiras, sobretudo em Espanha, onde a operação está a ser descrita como um verdadeiro “negócio do século”. O diário catalão Sport garante que os leões não estão apenas a segurar um dos jogadores mais influentes da Liga portuguesa, mas também a preparar o terreno para uma futura venda milionária.

Segundo a publicação espanhola, o Sporting está muito perto de fechar a renovação do internacional português até 2030, num acordo estratégico que assegura estabilidade desportiva imediata, sem, no entanto, afastar o interesse dos gigantes europeus. Um dos detalhes que mais chama a atenção é o facto de a cláusula de rescisão não sofrer alterações significativas, mantendo-se apelativa para clubes da Premier League, mercado onde Trincão é visto como um jogador com enorme margem de valorização.

O jornal sublinha que esta renovação surge num momento particularmente favorável para o Sporting. Trincão atravessa a melhor época da carreira, assumindo um papel central no modelo ofensivo da equipa. Os números falam por si: 10 golos e 12 assistências, registo que o coloca como o jogador mais decisivo da Liga portuguesa em termos ofensivos, superando vários nomes de peso do campeonato.

Além do impacto interno, o extremo tem vindo a consolidar o seu estatuto na seleção nacional, algo que aumenta ainda mais o seu valor de mercado. Para o Sport, o Sporting está a agir com frieza e visão estratégica: renova para proteger o ativo, mas mantém todas as portas abertas para um encaixe financeiro histórico num futuro próximo.

Outro ponto-chave destacado pela imprensa espanhola prende-se com a questão dos direitos económicos. Durante largos períodos, o Sporting nunca ponderou seriamente a venda de Trincão enquanto parte desses direitos permanecia na posse do Barcelona. Essa situação mudou recentemente, com os leões a passarem a deter a totalidade do passe do jogador, o que altera por completo o enquadramento de uma eventual transferência.

Com esta condição assegurada, qualquer venda futura representará lucro integral para o clube de Alvalade, cenário que explica a confiança com que a renovação está a ser conduzida. O Sport considera mesmo que esta é uma jogada rara no futebol moderno: segurar o jogador no auge, mantê-lo motivado e preparado para render desportivamente, enquanto o mercado internacional observa atentamente.

A ligação de Trincão ao agente Jorge Mendes é outro fator sublinhado pelo diário catalão. Em Espanha, acredita-se que essa relação aumenta significativamente a probabilidade de uma transferência a curto ou médio prazo, sobretudo para campeonatos de maior poder financeiro. Bayern Munique, Manchester City e AC Milan são apontados como alguns dos clubes que já acompanham de perto a evolução do extremo leonino.

Apesar de toda esta especulação, no Sporting a mensagem pública é de tranquilidade. Rui Borges, treinador dos leões, já manifestou satisfação pela renovação iminente, destacando a importância de Trincão no projeto desportivo e a sua influência dentro e fora do relvado. Para o técnico, garantir a continuidade do jogador é sinónimo de competitividade acrescida numa temporada exigente, marcada por várias frentes de luta.

No entanto, em Espanha, o futuro do internacional português continua a ser visto como tudo menos fechado. O Sport insiste que a renovação não representa um ponto final na história, mas antes o início de uma nova fase, onde o Sporting poderá capitalizar ao máximo o talento de um jogador que chegou a Alvalade para relançar a carreira e que hoje é uma das maiores figuras do futebol português.

Com 26 anos e na quarta época ao serviço dos leões, Francisco Trincão surge agora no centro de um plano que pode redefinir o equilíbrio financeiro do clube. Se os cenários traçados pela imprensa espanhola se confirmarem, Alvalade poderá estar mesmo a preparar uma das maiores vendas da sua história recente — um verdadeiro “negócio do século”

Última hora: Sterling no Benfica a custo zero?


O nome de Raheem Sterling começa a ganhar força no universo encarnado e promete agitar os bastidores do futebol português. De acordo com a imprensa turca, o internacional inglês está a ser apontado ao Benfica, numa operação que poderá acontecer a custo zero, cenário que naturalmente desperta enorme curiosidade entre os adeptos das águias.

Segundo avança o Samsun Halk Gazetesi, a possível chegada de Sterling à Luz surge por indicação direta de José Mourinho. O treinador português, atualmente muito atento ao mercado de oportunidades, terá sugerido o nome do extremo inglês à estrutura encarnada, levando o Benfica a acompanhar de perto a situação do jogador.

Raheem Sterling, de 30 anos, encontra-se livre no mercado depois de ter rescindido contrato com o Chelsea, clube onde deixou de fazer parte dos planos técnicos. Apesar do estatuto e do currículo de alto nível, o internacional inglês acabou por não se afirmar em Stamford Bridge, o que abriu a porta a uma saída definitiva sem custos de transferência.

Na última temporada, Sterling esteve emprestado ao Arsenal, onde teve um papel mais discreto. Ainda assim, somou 28 jogos oficiais, registando um golo e cinco assistências, números modestos, mas que não apagam a sua experiência em competições de topo como a Premier League, Liga dos Campeões e grandes torneios internacionais ao serviço da seleção inglesa.

Apesar da associação ao Benfica, a mesma fonte garante que o Samsunspor, da Turquia, é neste momento o clube mais adiantado nas conversas. O presidente do emblema turco, Yuksel Yildirim, confirmou publicamente que já existiram contactos exploratórios com o jogador, embora admita que ainda não foi apresentada qualquer proposta formal. As negociações estão a decorrer sobretudo junto do agente de Sterling.

Este cenário coloca o Benfica numa posição de observação estratégica. A possibilidade de contratar um jogador com o currículo de Sterling sem pagar transferência é vista internamente como uma oportunidade rara, ainda que existam reservas relacionadas com o salário elevado e a condição física do atleta, que tem lidado com alguma irregularidade nas últimas épocas.

Caso avançasse, Sterling poderia oferecer ao Benfica algo diferente nos corredores ofensivos: experiência, velocidade, capacidade de desequilíbrio e maturidade competitiva, características que podem ser decisivas tanto em provas internas como nas competições europeias. Além disso, a presença de um nome mediático poderia ter impacto imediato ao nível da marca e da projeção internacional do clube.

No entanto, fontes próximas do processo sublinham que qualquer avanço por parte das águias dependerá de vários fatores, nomeadamente da flexibilidade salarial do jogador e do enquadramento no projeto desportivo definido para a próxima temporada. O Benfica mantém a política de equilíbrio financeiro, mesmo quando surgem oportunidades aparentemente irrecusáveis.

Para já, não existe confirmação oficial por parte da SAD encarnada, mas o simples facto de o nome de Raheem Sterling estar a ser associado ao Benfica já é suficiente para incendiar as redes sociais e alimentar o debate entre os adeptos. Com o mercado sempre atento a jogadores livres, este dossiê promete novos capítulos nas próximas semanas.