Braço-de-Ferro no Mercado: Marinakis Impõe Preço Milionário e Benfica Já Muda de Estratégia ~ Grandes de Portugal

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terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Braço-de-Ferro no Mercado: Marinakis Impõe Preço Milionário e Benfica Já Muda de Estratégia


A possível contratação de André Luiz pelo Benfica está cada vez mais longe de se concretizar. Aquilo que começou como um dossiê seguido de perto pela estrutura encarnada perdeu força nas últimas horas, após a posição inflexível de Evangelos Marinakis, empresário e figura de peso ligada ao Rio Ave. O extremo brasileiro era visto como uma opção interessante para reforçar o ataque, mas o valor exigido pelo detentor dos direitos do jogador está a afastar o clube da Luz da negociação.

De acordo com informações avançadas pelo Record, Marinakis não aceita negociar abaixo da cláusula de rescisão fixada nos 20 milhões de euros. Um montante que, apesar da qualidade do jogador, é considerado excessivo pela SAD encarnada, sobretudo num contexto em que o Benfica procura equilíbrio financeiro e maior rigor nos investimentos.

Exigência inegociável trava negociações

O ponto de discórdia é claro: para Evangelos Marinakis, a saída de André Luiz só acontece pelo valor integral da cláusula. Não há abertura para descontos, parcelas ou soluções criativas que reduzam o impacto imediato no orçamento. Esta postura firme levou o Benfica a reavaliar rapidamente o cenário e a perceber que, nas condições atuais, o negócio dificilmente avançará.

Na Luz, a avaliação interna aponta para a necessidade de reforçar o plantel, mas sem comprometer a sustentabilidade financeira do clube. O extremo do Rio Ave agrada pela sua capacidade de desequilíbrio, velocidade e potencial de crescimento, porém, os responsáveis encarnados consideram que 20 milhões de euros representam um risco elevado para um jogador que ainda não se afirmou em contextos de maior exigência competitiva.

Benfica reage e já procura alternativas

Perante a intransigência do empresário, o Benfica não perdeu tempo. A estrutura liderada por Rui Costa já terá começado a avaliar alternativas no mercado, procurando soluções que se enquadrem melhor na realidade financeira do clube. A prioridade passa agora por encontrar opções mais acessíveis, mas que mantenham o nível de qualidade exigido para integrar um plantel que luta por títulos internos e presença nas competições europeias.

O mercado de janeiro é tradicionalmente complexo, com clubes a inflacionarem valores e a protegerem os seus ativos. Ainda assim, na Luz acredita-se que existam oportunidades em ligas periféricas ou em jogadores com contratos a aproximarem-se do fim, capazes de oferecer rendimento imediato sem obrigar a investimentos avultados.

Contexto financeiro pesa na decisão

Nos últimos anos, o Benfica tem adotado uma abordagem mais prudente no mercado, equilibrando a necessidade de reforçar a equipa com a importância de manter contas saudáveis. A política passa por investir de forma seletiva, apostando em jovens com potencial de valorização ou em jogadores que acrescentem qualidade imediata sem custos excessivos.

Neste contexto, o valor pedido por André Luiz surge como um entrave difícil de ultrapassar. A SAD entende que comprometer 20 milhões de euros por um jogador proveniente de um clube de dimensão inferior, mesmo reconhecendo o seu talento, pode não ser a melhor decisão estratégica, sobretudo numa altura em que existem outras prioridades no plantel.

Marinakis mantém postura firme

Do lado do Rio Ave, a mensagem é clara: André Luiz é visto como um dos ativos mais valiosos do clube e só sairá mediante uma proposta que reflita essa importância. Evangelos Marinakis, conhecido pela sua postura firme nas negociações, não demonstra qualquer intenção de facilitar um acordo que fique abaixo da cláusula de rescisão.

Esta posição coloca o Benfica perante um dilema: avançar com um investimento elevado ou virar definitivamente a página. Pelos sinais mais recentes, tudo indica que a segunda opção está a ganhar força dentro da estrutura encarnada.

O que perde e o que ganha o Benfica

Ao afastar-se deste negócio, o Benfica perde a possibilidade de garantir um jogador com características muito específicas: capacidade de drible, rapidez nas transições e potencial para atuar em várias posições do ataque. André Luiz era visto como uma opção que poderia acrescentar imprevisibilidade ao jogo ofensivo das águias.

Por outro lado, ao recusar entrar num leilão financeiro, o clube ganha margem para explorar outras oportunidades que possam oferecer uma melhor relação qualidade-preço. A estratégia passa por evitar gastos considerados desproporcionados e por investir de forma mais racional, assegurando que cada contratação responde a uma necessidade clara do plantel.

Mercado de janeiro em análise permanente

Internamente, o Benfica mantém uma lista de alvos sob observação, com vários nomes identificados para posições ofensivas. O departamento de scouting continua ativo, analisando jogadores em diferentes campeonatos e avaliando perfis que se enquadrem tanto no modelo de jogo como nos limites financeiros definidos.

A direção acredita que o mercado poderá oferecer alternativas interessantes, seja através de empréstimos com opção de compra, seja por via de jogadores em fim de contrato ou de jovens talentos que possam chegar a custos controlados. O objetivo é reforçar a equipa sem comprometer o equilíbrio económico do clube.

Negócio praticamente fora de cena

Embora no futebol nada esteja totalmente fechado até ao último dia de mercado, a realidade atual aponta para um afastamento quase definitivo do Benfica em relação à contratação de André Luiz. Sem flexibilidade por parte de Marinakis e com a cláusula a manter-se nos 20 milhões de euros, o negócio perdeu relevância nas prioridades encarnadas.

Para os adeptos, esta decisão pode dividir opiniões: há quem veja em André Luiz um talento capaz de acrescentar qualidade imediata, e há quem defenda que o clube não deve pagar valores considerados inflacionados.

Benfica segue com outra estratégia

O mais importante, para a estrutura da Luz, é manter uma linha de atuação coerente: reforçar quando necessário, mas sempre dentro de parâmetros financeiros sustentáveis. Com isso em mente, o clube já trabalha em planos alternativos, preparando-se para um mercado que promete ser exigente e competitivo.

Se nada mudar radicalmente nos próximos dias, André Luiz deixará de ser uma prioridade e o Benfica avançará para outros alvos. Fica claro que, neste braço-de-ferro, a direção encarnada optou por não ceder à pressão do mercado e seguir um caminho mais prudente.

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