O FC Porto poderá estar muito perto de desistir de um dos seus principais alvos neste mercado de transferências. O nome de Oskar Pietuszewski, jovem promessa do Jagiellonia Bialystok, continua a constar na lista de prioridades dos dragões, mas o negócio encontra-se seriamente ameaçado e pode mesmo cair nos próximos dias. Em causa está o valor exigido pelo clube polaco, considerado excessivo pela administração liderada por André Villas-Boas.
Segundo informações recolhidas junto de fontes próximas do processo, o Jagiellonia estará a pedir cerca de 11 milhões de euros pelo passe do jogador, um montante que não convence a SAD azul e branca, sobretudo tendo em conta a experiência ainda limitada de Pietuszewski ao mais alto nível. Apesar do potencial reconhecido, o FC Porto não quer avançar para um investimento desta dimensão sem garantias imediatas de rendimento desportivo.
Um alvo bem identificado… mas caro demais
Oskar Pietuszewski é visto internamente como um jogador com perfil interessante para o futebol do FC Porto: jovem, tecnicamente evoluído, com margem de progressão e capaz de atuar em várias posições ofensivas. No entanto, a curta utilização na primeira equipa do Jagiellonia levanta dúvidas quanto à sua adaptação imediata às exigências do Dragão.
É precisamente este fator que leva André Villas-Boas a travar o entusiasmo inicial. O presidente dos dragões entende que pagar 11 milhões de euros por um jogador ainda em fase de afirmação representa um risco elevado, especialmente depois do investimento significativo feito no último mercado de verão, onde o clube reforçou várias posições do plantel.
Villas-Boas já analisa alternativas
Face ao impasse nas negociações, a estrutura do FC Porto já está a trabalhar em alternativas com perfil semelhante, caso o negócio por Pietuszewski não avance. O mercado continua aberto e os dragões mantêm uma lista de jogadores previamente identificados, embora qualquer nova contratação exija paciência e rigor financeiro.
A estratégia passa por encontrar oportunidades de mercado que ofereçam qualidade, mas também equilíbrio entre custo e retorno desportivo. A prioridade é evitar negócios inflacionados, mantendo a sustentabilidade financeira do clube.
Mercado português fecha… mas ainda há margem
Apesar da proximidade do fecho do mercado de transferências em Portugal, marcado para 3 de fevereiro, o FC Porto não fecha totalmente a porta a reforços. A SAD admite que, após essa data, ainda poderá ser possível contratar jogadores sem contrato ou que se enquadrem em exceções regulamentares.
Além disso, os dragões equacionam a chegada de mais um avançado ou médio, desde que surja um negócio considerado vantajoso. A palavra de ordem é prudência, especialmente num contexto em que o clube já investiu fortemente e precisa de gerir com cuidado o orçamento disponível.
Roony Bardghji surge… mas é descartado para já
Outro nome que tem sido associado ao FC Porto é o de Roony Bardghji, jovem internacional sueco que já despertou interesse não só dos dragões, mas também do Barcelona. No entanto, este cenário parece, para já, pouco provável.
Bardghji encontra-se atualmente no clube espanhol, onde tem tido pouco tempo de jogo, e não faz parte dos planos imediatos do FC Porto. Apesar do talento reconhecido, a situação contratual e a falta de utilização tornam o negócio complexo e pouco apelativo neste momento.
FC Porto prefere esperar do que errar
A postura do FC Porto neste dossiê é clara: mais vale esperar do que avançar para um investimento considerado desajustado. André Villas-Boas quer evitar erros do passado e garantir que cada contratação faça sentido tanto desportiva como financeiramente.
A eventual desistência de Oskar Pietuszewski não significa falta de ambição, mas sim uma abordagem estratégica e ponderada ao mercado. O clube acredita que novas oportunidades podem surgir, especialmente nas últimas semanas de transferências, quando alguns clubes se mostram mais flexíveis nas exigências.
Um mercado que ainda pode surpreender
Apesar das dificuldades, o FC Porto mantém-se ativo e atento a todos os movimentos do mercado. A possibilidade de ver cair o negócio por Pietuszewski poderá abrir espaço para uma surpresa inesperada, seja através de um nome menos mediático ou de um jogador que surja como oportunidade de última hora.
Para já, uma coisa é certa: o principal alvo está em risco, o FC Porto não quer ceder à pressão e o mercado promete novos desenvolvimentos nos próximos dias.
Os adeptos aguardam com expectativa, conscientes de que qualquer decisão tomada agora poderá ter impacto direto no rendimento da equipa ao longo da temporada. O relógio avança, as negociações apertam e o Dragão prepara-se para decidir: avançar… ou virar definitivamente a página.






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