(VÍDEO) Afinal NÃO era penálti? Marco Pina analisa lance de Ricardo Mangas e deixa sportinguistas em choque


O lance que incendiou Alvalade continua a dar que falar. A queda de Ricardo Mangas na área do Famalicão, num momento decisivo do encontro entre o Sporting CP e o FC Famalicão, dividiu opiniões nas bancadas, nas redes sociais e nos programas de comentário desportivo. Muitos adeptos leoninos pediram grande penalidade de forma imediata, acusando o árbitro de deixar passar um lance claro. Mas afinal… havia mesmo motivo para penálti?

A resposta foi dada por Marco Pina, analista de arbitragem da CMTV, que analisou o momento ao detalhe e chegou a uma conclusão que não agradará a muitos sportinguistas.

⚖️ O lance que gerou revolta

Tudo aconteceu numa jogada aparentemente dividida dentro da área famalicense. Ricardo Mangas tentou ganhar posição, houve contacto com o adversário e o jogador leonino acabou por cair. No estádio, o pedido foi imediato. Nas redes sociais, multiplicaram-se as críticas à decisão do árbitro de mandar seguir e à ausência de revisão mais demorada pelo VAR.

O momento ganhou ainda mais intensidade pelo contexto competitivo. Num campeonato equilibrado, qualquer decisão pode ser determinante. A possibilidade de um penálti poderia ter alterado por completo o rumo emocional do jogo.

Mas segundo Marco Pina, a análise fria das imagens conta uma história diferente.

🎥 A análise detalhada de Marco Pina

No espaço de comentário televisivo, o antigo árbitro explicou que o contacto existiu, mas não foi suficiente para justificar a marcação de grande penalidade.

De acordo com o especialista, trata-se de um contacto natural, típico de disputa de bola dentro da área. Não houve empurrão claro, nem carga ilegal pelas costas, nem utilização irregular dos braços. Para Marco Pina, o defensor mantém uma posição legítima e o choque resulta da dinâmica normal da jogada.

O analista sublinhou ainda um ponto importante: nem todo o contacto é falta. No futebol moderno, especialmente dentro da área, é essencial distinguir entre contacto inevitável e infração punível.

Segundo a sua leitura, o árbitro esteve bem posicionado e tomou a decisão correta ao mandar seguir.

🔍 VAR devia ter intervindo?

Outra questão levantada foi a eventual intervenção do VAR. Para muitos adeptos, a simples dúvida justificaria revisão mais aprofundada. No entanto, o protocolo do vídeoárbitro é claro: só deve intervir em caso de erro claro e evidente.

Se o árbitro entende o lance como disputa normal e não há evidência objetiva de falta clara, o VAR não tem base para corrigir a decisão. E, segundo Marco Pina, não existia esse erro evidente.

Assim, a decisão de manter o jogo a decorrer encaixa dentro dos critérios atuais de arbitragem.

🟢 Reações divididas no universo leonino

Apesar da explicação técnica, muitos adeptos continuam a defender que o lance poderia ter sido sancionado. A perceção no estádio foi de que Mangas foi impedido de disputar a bola em igualdade.

Contudo, há também quem reconheça que, vistos os ângulos televisivos, o contacto parece mais circunstancial do que faltoso.

Este tipo de lances costuma gerar polémica porque depende muito da interpretação do árbitro. A linha entre contacto permitido e infração pode ser extremamente ténue.

📊 Impacto no jogo

Importa recordar que o Sporting acabou por vencer o encontro por 1-0, garantindo três pontos fundamentais. O lance, embora polémico, não alterou o desfecho final da partida.

Ainda assim, episódios como este alimentam o debate sobre critérios, consistência e uniformidade nas decisões dentro da área.

🤔 Afinal, foi bem decidido?

A análise técnica aponta para decisão correta. A emoção do momento levou muitos a pedir penálti. A revisão fria das imagens indica que não houve falta suficiente.

No futebol moderno, onde cada lance é escrutinado ao milímetro, este episódio volta a mostrar como a arbitragem continua a ser tema central — especialmente em jogos decisivos.

E tu, concordas com Marco Pina ou achas que ficou um penálti por marcar?

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