Grandes de Portugal: Portugal

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Imprensa italiana sem piedade: Benfica e José Mourinho arrasados após derrota em Turim


A derrota do Benfica frente à Juventus, por 2-0, continua a ecoar com grande intensidade na imprensa italiana, que não poupou críticas ao conjunto encarnado nem a José Mourinho. O resultado foi amplamente celebrado em Itália, sobretudo por garantir aos turinenses, no mínimo, o acesso ao playoff da Liga dos Campeões, ao passo que empurrou o clube da Luz para uma posição extremamente delicada na competição.

Enquanto a Juventus alimenta o sonho de ir mais longe na prova milionária, o Benfica aproxima-se perigosamente da eliminação, num percurso europeu que, segundo os jornais transalpinos, espelha uma temporada globalmente negativa. No centro das análises surge Luciano Spalletti, apontado unanimemente como o grande responsável pela vitória italiana e pela clara superioridade estratégica demonstrada na segunda parte.

Spalletti elogiado, Mourinho em dificuldades

A Gazzetta dello Sport destaca a leitura tática de Spalletti, sublinhando que o treinador da Juventus soube corrigir a equipa após o intervalo e “colocou Mourinho em dificuldades”, vencendo de forma clara um duelo entre dois técnicos de renome internacional.

O diário italiano enaltece ainda os golos de Thuram e McKennie, ambos na sequência de assistências de David, assim como o impacto imediato das entradas de Conceição e Miretti, decisivas para desmontar o bloco defensivo do Benfica e dar outra fluidez ao jogo ofensivo da Juventus.

Para a Gazzetta, tratou-se de um triunfo justo e construído com inteligência, que quebrou um jejum histórico de mais de três décadas sem vitórias caseiras frente às águias.

“Ofensiva que derrubou Mourinho”

Já o Tuttosport seguiu uma linha ainda mais dura, referindo-se a uma ofensiva juventina que acabou por “derrubar Mourinho”, expressão que rapidamente ganhou destaque nas redes sociais. O jornal não esqueceu o momento caricato protagonizado por Vangelis Pavlidis, que escorregou no momento da marcação de uma grande penalidade, desperdiçando uma oportunidade de ouro para relançar o encontro.

O penálti, assinalado após falta de Bremer sobre Barreiro e validado pelo VAR, acabou por ser considerado um ponto de viragem emocional no jogo. Segundo o Tuttosport, o falhanço incendiou o estádio e acabou por selar definitivamente as aspirações do Benfica.

Zazzaroni fala em jogo pobre e azar encarnado

No Corriere dello Sport, Ivan Zazzaroni foi particularmente crítico com a qualidade do espetáculo, atribuindo quase todo o mérito da noite a Spalletti. O editor descreveu a primeira parte como “indecente”, a segunda como apenas aceitável e classificou o penálti falhado como o ponto mais baixo de um encontro pouco memorável.

Zazzaroni considera que a Juventus fez apenas o necessário para vencer, enquanto José Mourinho tentou resistir num contexto extremamente adverso, numa das épocas mais difíceis da sua carreira. O jornalista não deixou de referir o Benfica como uma equipa perseguida pelo azar e ainda assombrada pela simbólica maldição de Bela Guttmann.

Benfica em situação crítica na Champions

Feitas as contas, o Benfica ocupa agora o 29.º lugar da fase de liga, com seis pontos, a dois da última posição de acesso ao playoff, atualmente pertencente ao Olympiacos. O cenário é claramente desfavorável para os encarnados.

Na derradeira jornada, o Benfica recebe o Real Madrid, recordista de títulos da Liga dos Campeões, que ainda luta pelo apuramento direto para os oitavos de final. Para seguir em frente, as águias terão de vencer os espanhóis e esperar por uma combinação de resultados altamente improvável nos restantes jogos.

A imprensa italiana é clara: enquanto a Juventus cresce, o Benfica afunda-se — e José Mourinho está cada vez mais no centro da tempestade.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Revelado o verdadeiro motivo do despedimento de Ruben Amorim do Manchester United — e não foram os resultados


A saída de Ruben Amorim do comando técnico do Manchester United continua a dar que falar e, afinal, os maus resultados não foram o principal motivo para o afastamento do treinador português. De acordo com informações avançadas pelo jornal The Times, a decisão terá sido precipitada por uma reunião extremamente tensa entre Amorim e Jason Wilcox, diretor desportivo dos red devils, que expôs divergências profundas na gestão da equipa.

O encontro aconteceu pouco depois do empate em casa frente ao Wolverhampton, resultado que já tinha aumentado a pressão em Old Trafford. No entanto, mais do que o desempenho dentro das quatro linhas, o que terá pesado foi a inflexibilidade de Ruben Amorim em relação às suas ideias táticas e a forma como reagiu às sugestões da estrutura do clube.

Reunião explosiva esteve na origem da rutura

Segundo a mesma fonte, Jason Wilcox tentou alertar Ruben Amorim para a necessidade de confiar mais no plantel disponível e, sobretudo, de abandonar o sistema com três centrais, que vinha sendo alvo de críticas internas e externas. O dirigente acreditava que a equipa precisava de maior equilíbrio defensivo e de um modelo mais adaptado à Premier League.

Contudo, as recomendações não foram bem recebidas. Ruben Amorim terá reagido com grande irritação, recusando qualquer alteração significativa à sua filosofia de jogo. O tom da conversa subiu de intensidade e a reunião terminou sem consenso, deixando marcas profundas na relação entre treinador e direção.

Esse episódio terá tido impacto direto na postura pública do técnico português, que, dias depois, adotou um discurso particularmente crítico numa conferência de imprensa de antevisão a um encontro seguinte, algo que não caiu bem junto da administração do clube.

Decisão já estava tomada antes do jogo com o Leeds

Ainda segundo o The Times, a decisão de afastar Ruben Amorim já estava praticamente definida antes mesmo do empate frente ao Leeds United, que acabou por ser o último jogo do português ao leme do Manchester United. Jason Wilcox e o CEO Omar Berrada terão alinhado numa estratégia de rutura imediata, sempre com o aval da estrutura superior do clube.

Apesar de o Manchester United se encontrar na sexta posição da Premier League, ainda na luta pelos lugares europeus, a direção concluiu que a falta de alinhamento interno tornava impossível a continuidade do projeto liderado por Amorim.

Resultados ficaram em segundo plano

Embora os números não fossem brilhantes, estavam longe de justificar, por si só, uma saída imediata. Ruben Amorim orientou o Manchester United em 63 partidas oficiais, somando 25 vitórias, 15 empates e 23 derrotas. O técnico português conseguiu ainda levar os red devils à final da Liga Europa, onde acabou derrotado pelo Tottenham.

Internamente, porém, crescia a convicção de que o treinador não estava disposto a adaptar-se às exigências do clube, nem a ceder em pontos considerados fundamentais pela direção desportiva.

Filosofia inegociável custou caro

A insistência no modelo tático, aliada à resistência em promover alterações estratégicas, acabou por ser vista como um entrave ao crescimento da equipa. Para a hierarquia do Manchester United, a Premier League exige flexibilidade, pragmatismo e capacidade de adaptação, qualidades que entenderam não estar a ser plenamente demonstradas pelo técnico português.

A tensão acumulada nos bastidores, associada a uma comunicação cada vez mais fria entre treinador e dirigentes, tornou a saída de Ruben Amorim uma questão de tempo.

Futuro de Amorim volta a gerar curiosidade

Depois de ter deixado o Sporting em 2024 para assumir um dos maiores desafios da sua carreira, Ruben Amorim vê agora a sua aventura inglesa terminar de forma abrupta. Apesar disso, o nome do treinador português continua a ser muito valorizado no mercado europeu, podendo surgir rapidamente novas oportunidades, seja em Portugal ou no estrangeiro.

Entretanto, o Manchester United aposta numa solução interna para estabilizar o balneário e preparar o futuro próximo, numa temporada que promete continuar marcada por decisões fortes e mudanças estruturais.

Última hora: Ruben Amorim despedido do Manchester United


O Manchester United anunciou esta segunda-feira a saída de Ruben Amorim do cargo de treinador principal, decisão que surge de forma imediata e surpreende o panorama futebolístico europeu. O técnico português, que chegou a Old Trafford em novembro de 2024, deixa o clube inglês após uma série de resultados abaixo das expectativas e um clima de tensão crescente nos bastidores de Old Trafford.

Em comunicado oficial, o Manchester United explicou a decisão:
"Ruben Amorim deixou o cargo de treinador principal. Foi nomeado em novembro de 2024 e levou a equipa à final da Liga Europa. Com o clube em sexto lugar, a direção decidiu que é o momento de mudar para garantir a melhor classificação possível. Agradecemos a contribuição de Ruben Amorim e desejamos-lhe felicidades. Darren Fletcher assumirá o comando interinamente."

Empate decisivo frente ao Leeds

O episódio que terá precipitado a decisão aconteceu no último fim de semana, com o empate a uma bola contra o Leeds United, resultado que deixou os red devils em sexto lugar na Premier League, com 31 pontos em 20 jornadas. Apesar de ainda estarem na luta pela qualificação direta para a Liga dos Campeões, os dirigentes do clube consideraram que a performance da equipa estava aquém do esperado e que seria necessário tomar medidas imediatas para garantir melhores resultados nas próximas semanas.

Ruben Amorim, que tinha assumido recentemente uma postura pública de confiança, chegou a afirmar após o empate:
"Vim para aqui para ser gestor do Manchester United, não para ser apenas treinador. Sei que o meu nome não é Tuchel nem Conte, mas sou o gestor e vai ser assim nos próximos dezoito meses. Não me vou demitir; farei o meu trabalho até ser substituído."
Estas declarações, porém, não foram suficientes para manter o português no cargo, evidenciando as dificuldades de adaptação e os altos níveis de pressão que caracterizam a gestão de um clube do calibre do United.

Estatísticas do treinador no Manchester United

Durante a sua passagem pelo comando técnico dos red devils, Ruben Amorim disputou 63 jogos, com um registo que inclui 24 vitórias, 18 empates e 21 derrotas. O ponto alto da sua aventura inglesa foi a chegada à final da Liga Europa, onde acabou derrotado pelo Tottenham, falhando assim a qualificação automática para a Liga dos Campeões.

O balanço evidencia uma campanha mista: apesar de ter alcançado a final europeia e implementado algumas ideias estratégicas, a consistência na Premier League deixou a desejar, especialmente frente a equipas do meio da tabela, algo que terá pesado na decisão da direção do Manchester United.

Tensão com a estrutura e decisões polémicas

Fontes próximas do clube indicam que a relação entre Ruben Amorim e a direção executiva foi marcada por divergências sobre gestão de plantel e estratégias de jogo, contribuindo para a decisão de rescisão antecipada. A tensão crescente nos bastidores, aliada à pressão de resultados imediatos, tornou insustentável a permanência do técnico português no comando.

Próximo passo para Ruben Amorim e o Manchester United

Com a saída de Ruben Amorim, Darren Fletcher assume interinamente a equipa, numa fase crítica da temporada em que o United ainda luta por um lugar europeu e terá de gerir as competições domésticas e internacionais com eficiência. Para Ruben Amorim, esta saída representa um fim precoce da sua aventura inglesa, mas também deixa em aberto possibilidades de regressar ao futebol português ou explorar novos desafios internacionais.

Impacto imediato e rumores sobre jogadores

A saída do técnico português pode ter repercussões no mercado de transferências, já que se sabe que Ruben Amorim estava interessado em alguns jogadores portugueses, incluindo alvos do Benfica, que podem agora ver o seu futuro condicionado pelas mudanças em Old Trafford. Este cenário aumenta o suspense em torno das negociações de inverno e mantém os adeptos atentos a novos desenvolvimentos.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Chamou “javardo” a Sérgio Conceição e vai receber 20 mil euros: Estado condenado pelo Tribunal Europeu

 


O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH) determinou que o Estado português terá de indemnizar Francisco Seixas da Costa em cerca de 20 mil euros, após o antigo secretário de Estado e adepto do Sporting ter sido condenado em Portugal por chamar “javardo” a Sérgio Conceição nas redes sociais.

O caso remonta a 2019, quando Seixas da Costa publicou um comentário ofensivo dirigido ao então treinador do FC Porto. Sérgio Conceição avançou com um processo por difamação agravada, que viria a dar razão ao técnico portista nos tribunais portugueses. A decisão incluiu uma multa e o pagamento de uma indemnização ao treinador.

Tribunais portugueses confirmaram condenação

Após a condenação em primeira instância, Francisco Seixas da Costa recorreu, mas viu a decisão ser confirmada pelas instâncias judiciais nacionais, ficando obrigado ao pagamento da sanção imposta.

Sem sucesso em Portugal, o antigo governante decidiu levar o caso ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, alegando violação da liberdade de expressão.

Acordo amigável com o Estado português

Dois anos após a entrada do recurso em Estrasburgo, o processo terminou com um acordo amigável entre as partes. O Estado português comprometeu-se a pagar 20.450 euros, valor que engloba:

  • Danos patrimoniais

  • Danos não patrimoniais

  • Custas e despesas processuais

Com este acordo, o processo ficou definitivamente encerrado, evitando uma decisão formal de fundo por parte do tribunal europeu.

Liberdade de expressão em causa

O caso volta a levantar o debate sobre os limites da crítica e da linguagem usada nas redes sociais, sobretudo quando envolve figuras públicas do desporto. Apesar de o termo utilizado ter sido considerado ofensivo pelos tribunais portugueses, o desfecho em Estrasburgo acabou por resultar numa compensação financeira ao autor da publicação — paga pelo Estado.


terça-feira, 2 de dezembro de 2025

Morreu Constança Cunha e Sá: Jornalismo Português de Luto aos 67 Anos

 


O jornalismo português está de luto. Constança Cunha e Sá, uma das vozes mais respeitadas e influentes da comunicação social nacional, faleceu aos 67 anos, vítima de uma doença prolongada — um cancro do pulmão que enfrentou com enorme coragem. A informação foi confirmada por fonte da TVI/CNN Portugal à agência Lusa.

Nascida em Lisboa em 1958, Constança Cunha e Sá destacou-se pela lucidez, frontalidade e estilo inconfundível, tornando-se uma referência no panorama do comentário político em Portugal. Formada em Filosofia, iniciou a sua carreira como professora, mas aos 29 anos decidiu abraçar o jornalismo, ingressando na revista Sábado.

O seu percurso rapidamente a levou para o semanário O Independente, onde assumiu funções de diretora-adjunta e, posteriormente, diretora — cargo que cimentou a sua reputação como uma das figuras mais marcantes da imprensa escrita. Trabalhou ainda no Diário Económico, ampliando o seu alcance no jornalismo nacional.

Na televisão, desempenhou um papel central na TVI, onde foi editora de política, jornalista e comentadora, regressando à estação em 2021 após uma breve saída. A sua análise política, direta e sem filtros, valeu-lhe um largo reconhecimento público.

Mais recentemente, Constança Cunha e Sá tinha manifestado apoio à candidatura de António Filipe às próximas eleições presidenciais, demonstrando que jamais perdeu o interesse e envolvimento no espaço político português.

A sua morte representa uma perda profunda para o jornalismo português, deixando um legado de independência, coragem e pensamento crítico que dificilmente será esquecido.

sexta-feira, 28 de novembro de 2025

Faleceu o ator Almeno Gonçalves e já é conhecida a causa da morte

 


O mundo artístico português está de luto. Almeno Gonçalves, ator com uma carreira marcante no teatro e na televisão, faleceu nas primeiras horas desta quinta-feira, 27 de novembro, aos 66 anos, no Hospital de São Francisco Xavier, em Lisboa. A informação foi avançada pelo Correio da Manhã e rapidamente confirmada por várias fontes próximas do artista.

Segundo a mesma publicação, Almeno Gonçalves lutava contra um cancro no cólon, uma doença agressiva que evoluiu de forma particularmente acelerada nos últimos meses. Apesar dos esforços médicos e dos tratamentos realizados, o estado de saúde do ator deteriorou-se de maneira irreversível, levando ao seu falecimento durante a madrugada.

Uma carreira singular que marcou gerações

Nascido em 1958, Almeno Gonçalves destacou-se no panorama nacional pela sua versatilidade artística e capacidade de interpretar personagens tanto dramáticas quanto cómicas. Com uma carreira que atravessou várias décadas, participou em inúmeras produções televisivas, peças de teatro e filmes, conquistando o respeito do público e dos colegas de profissão.

Ficou especialmente conhecido por papéis em séries e novelas portuguesas, onde deu vida a personagens intensas e memoráveis. Ao longo dos anos, tornou-se presença habitual nas grelhas televisivas, colaborando com diferentes canais e projetos culturais. A sua dedicação ao ofício e o seu talento natural valeram-lhe um lugar destacado na história recente da representação em Portugal.

Um adeus que deixa a cultura portuguesa mais pobre

A notícia da sua morte provocou comoção no setor artístico, com várias figuras públicas a expressar solidariedade à família e a recordar o seu profissionalismo, generosidade e sentido de humor. Nas redes sociais, multiplicaram-se as mensagens de despedida, acompanhadas de memórias e tributos ao ator.

Almeno Gonçalves deixa uma filha, Francisca, fruto da relação entretanto terminada com a atriz Rita Salema. A jovem sempre manteve uma relação próxima com o pai, que ao longo dos anos destacou a importância da família na sua vida pessoal e profissional.

Último adeus

Ainda não foram divulgadas informações oficiais sobre as cerimónias fúnebres, mas espera-se que colegas, amigos e admiradores prestem uma última homenagem a um dos intérpretes mais queridos e respeitados do país. A partida de Almeno Gonçalves deixa um vazio profundo no panorama cultural português, mas o seu legado artístico permanecerá vivo nas memórias e no trabalho que deixou para trás.

segunda-feira, 3 de junho de 2024

Portugal precisa de "estratégia" para gerir quantidade de dados de saúde

 


Portugal deve dispor de uma estratégia para gerir a crescente quantidade de dados e de informação de saúde, com garantias de segurança e privacidade e alinhada com as novas regras europeias, defende o Conselho Nacional de Saúde (CNS).

Portugal precisa de "estratégia" para gerir quantidade de dados de saúde

Esta é uma das recomendações que consta do relatório sobre o sistema de informação de saúde elaborado por este órgão independente de consulta do Governo e que será apresentado hoje num fórum que vai decorrer na Assembleia da República.

"A quantidade crescente de dados em saúde, aliada à necessidade de melhorar a qualidade e efetividade dos serviços de saúde, impõe a criação de uma estratégia nacional de dados e informação em saúde", alerta o documento do Conselho Nacional de Saúde (CNS).

De acordo com o relatório, a Estratégia Nacional para o Ecossistema de Informação de Saúde 2020/2022 "nunca foi formalmente aprovada, deixando o país sem uma estratégia concreta de ação, até ao presente" sobre esta área.

Segundo o conselho, esta nova estratégia para Portugal deve estar alinhada com o Espaço Europeu de Dados em Saúde (EEDS), uma iniciativa lançada pela Comissão Europeia em 2022 e que entrará em vigor em 2026, com o objetivo de criar um ambiente de confiança e segurança que permita o acesso e a partilha de dados de saúde entre diferentes países, instituições e profissionais que prestam cuidados.

O conselho alega que o desenvolvimento dessa estratégia para Portugal, em consonância com o EEDS, permitirá melhorar a qualidade dos serviços de saúde, aumentar a eficiência do sistema de saúde e promover a investigação e a inovação neste setor.

Além disso, defende que a estratégia nacional de dados e informação em saúde, que tem de incluir programas de literacia digital, deve garantir padrões de segurança e de privacidade, bem como a implementação de mecanismos de acesso e controlo adequados às características dos cidadãos.

Para Portugal, será de "grande utilidade dispor de uma estratégia nacional abrangente para a gestão e utilização de dados em saúde que inclua diretrizes claras" para a colheita, armazenamento, análise e partilha de dados de saúde, garantindo a segurança, privacidade e uma "ética rigorosa no uso dos mesmos", preconiza.

O relatório reconhece ainda que, dada a "complexidade e a importância dessa iniciativa", poderá ser adequado criar uma equipa dedicada, sob a forma de uma unidade de missão, que seria responsável por coordenar e supervisionar a estratégia e as iniciativas relacionadas com o desenvolvimento do sistema de informação numa perspetiva abrangente e não meramente tecnológica e instrumental.

Outra das recomendações do relatório, que pretende ser uma reflexão crítica sobre como aperfeiçoar o sistema de informação de saúde em Portugal, é a criação de uma Autoridade de Saúde Digital, também como decorre do EEDS, e que seria responsável por assegurar os direitos das pessoas nesta área.

O CNS alerta também que existe a perceção de que a informação sobre saúde é recolhida de "forma dispersa e desagregada, por múltiplos agentes independentes e em vários sistemas que não comunicam entre si", defendendo que o seu fluxo "terá de ser melhorado".

"Os dados e a informação deverão fluir, com segurança, dentro da mesma organização e entre os diferentes níveis e tipos de cuidados e diferentes organizações, permitindo ao utente e aos profissionais de saúde por si autorizados, conhecer, acompanhar, gerir e reproduzir o seu percurso de saúde", salienta o documento.

Este órgão consultivo realça que, se as pessoas puderem aceder e deter controlo sobre os seus dados de saúde, "estarão em situação de exercer plenamente os seus direitos" e que dispor de dados de saúde atualizados é "fundamental para tomar medidas de saúde pública bem informadas e dar respostas a crises".

O relatório recorda ainda o princípio da propriedade dos dados, segundo o qual a informação de saúde é propriedade do utente, o que significa "que a pessoa a quem a informação diz respeito é a decisora sobre a recolha e utilização da mesma".

"No entanto, desde que a recolha obedeça aos preceitos adequados, a informação anonimizada de forma segura pode e deve ser utilizada com o objetivo de melhorar o funcionamento do sistema de saúde e da sociedade em que este se insere", refere o relatório.

Os dados em saúde são informações recolhidas, armazenadas e utilizadas e que podem abranger várias informações relacionadas com a saúde de cada pessoa, das populações, de doenças, de tratamentos, de saúde pública e de investigação clínica, entre outras áreas.

No caso dos dados clínicos, trata-se de informação específica sobre uma pessoa, como a doença, os resultados de exames, o histórico de saúde, os dados genómicos, os diagnósticos, as prescrições e os procedimentos de que foi alvo.

A informação de saúde refere-se ao conjunto de dados organizados e processados relacionados com a saúde de indivíduos, populações ou sistemas de saúde, mas que envolve a sua interpretação e análise para apoiar as decisões clínicas, a investigação e as políticas de saúde.

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sexta-feira, 3 de maio de 2024

Israel confirma morte de refém do Hamas com ligações a Portugal

 


Refém terá sido morto no dia do ataque e os eu corpo encontra-se em Gaza.

Um homem israelita, com ligações a Portugal, feito refém em Gaza, desde o ataque do Hamas a 7 de outubro, está morto.

A notícia foi confirmada esta quinta-feira pelo governo israelita, refere o The Guardian.

"Está confirmado agora que Dror Or foi assassinado, e seu corpo está retido em Gaza", publicou o governo de Israel na sua conta na rede social X.

Dror Or é judeu descendente de sefarditas e obteve nacionalidade portuguesa. 

O homem foi sequestrado a 7 de outubro juntamente coma mulher e os dois filhos, Noam, de 16 anos, e Alma, de 13. A mulher foi baleada e morta no próprio dia, os dois filhos foram libertados a 25 de novembro, como parte do acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hamas.

O anúncio foi feito em meio a negociações para um cessar-fogo na Faixa de Gaza junto com troca de reféns. Ainda não se sabe qual impacto a confirmação da morte terá nas negociações.

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domingo, 28 de abril de 2024

Atleta morreu na maratona de Aveiro após paragem cardiorrespiratória

 


Um atleta de 43 anos que participava hoje na maratona de Aveiro sofreu uma paragem cardiorrespiratória no decorrer da prova, acabando por morrer, disse à Lusa fonte da Câmara de Aveiro.

Atleta morreu na maratona de Aveiro após paragem cardiorrespiratória

Segundo a fonte, o incidente ocorreu ao quilómetro 33, a vítima foi assistida no local e transportada ainda com vida para o hospital onde acabou por morrer.

O atleta era português, residente na Grande Lisboa, acrescentou.

O vencedor da maratona foi o marroquino Mohamed Chaaboud, com o tempo de 02:09:19.290.

O atleta português melhor classificado nesta prova foi Carlos Costa que chegou à meta em quinto lugar.

A maratona levou a Aveiro mais de 20 mil pessoas, de 91 nacionalidades diferentes.

Organizada pela Global Sport, promovido pelo Município de Aveiro e Turismo do Centro de Portugal e com o apoio do Município de Ílhavo, a prova dividiu-se em quatro distâncias: a maratona, 42 quilómetros, a meia-maratona, 21 quilómetros, corrida, 10 quilómetros, e a caminhada, 05 quilómetros.

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quinta-feira, 25 de abril de 2024

Portugal impede entrada de carga de Moçambique pela LAM há cinco meses

 


Gestor responsável pela reestruturação da companhia aérea moçambicana refere que, no entanto, de Lisboa para Maputo o avião vai cheio.

O gestor responsável pela reestruturação da companhia aérea moçambicana LAM disse esta quarta-feira à Lusa que as alfândegas portuguesas não permitem a entrada em Lisboa de carga trazida nos voos da LAM provenientes de Maputo.

"Ficámos 12 anos sem fazer voos para Lisboa, e a 12 de dezembro recomeçámos os voos, submetemos o pedido às autoridades alfandegárias portuguesas para termos o EOR, o documento de autorização da União Europeia para entrada de carga, e cinco meses depois ainda não tivemos resposta. Mas a carga de Lisboa para Maputo vai normalmente", disse Sérgio Matos.

Em declarações à Lusa à margem do Fórum de Negócios Moçambique-Portugal, que decorre esta tarde no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, o gestor responsável pela reestruturação das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) sublinhou que o problema é a falta de resposta e o atraso nas informações dadas pelas autoridades portuguesas.

"O processo foi submetido, se calhar este é o tempo normal de demora, mas como não temos informação, estamos a ficar preocupados, porque estamos a entrar no quinto mês de operação e não temos autorização para trazer carga de Moçambique para Portugal", acrescentou.

O avião, com uma capacidade de 32 toneladas, voa vazio de carga de Maputo para Lisboa, mas vai cheio de Lisboa para Maputo, referiu.

"Os nossos comerciantes em Moçambique estão impacientes porque estão a achar que é uma proibição da parte portuguesa para não trazerem carga, beneficiando só os comerciantes portugueses, mas nós, enquanto LAM, não vemos a questão assim, só queríamos saber do período mínimo ou máximo que demora para termos a autorização", acrescentou Sérgio Matos.

Questionado sobre se a TAP, que também opera voos diretos entre Lisboa e Maputo, tem autorização para levar e trazer carga, o responsável disse que sim.

Antes, já o presidente da Confederação das Associações Empresariais de Moçambique (CTA), Agostinho Vuma, tinha pedido aos governos para harmonizarem a legislação que propicia as relações comerciais e para afastarem os empecilhos e anunciou a impossibilidade de exportações moçambicanas para Portugal através da LAM.

"Que harmonizem as medidas de incentivo empresarial para maior fluidez dos negócios luso-moçambicanos, por exemplo, depois da introdução de medidas e de aceleração económica que permitiram maior procura pelo turismo, surgiu oportunidade de retomar os voos diretos entre Lisboa e Maputo, mas a falta de autorização por parte da autoridade tributária para enviar carga de Maputo para Lisboa é um problema", disse Agostinho Vuma durante a sua intervenção na sessão de abertura do Fórum.

"A carga de Lisboa para Maputo pode ir, é permitido, mas as alfândega portuguesa não permite que as empresas moçambicanas enviem as suas mercadorias para solo português", lamentou, sublinhando que "este apelo é uma forma de materializar a nossa relação mutuamente vantajosa, de 'win-win'".

Questionado sobre o número de passageiros da operação para Lisboa, retomada em dezembro do ano passado, Sérgio Matos disse à Lusa que a taxa de ocupação dos voos de Maputo para Lisboa está acima de 80%, representando entre 260 a 280 pessoas em cada um dos dois voos semanais, ao passo que de Lisboa para Maputo há entre 200 a 240 passageiros por voo.

⛲ Cm

segunda-feira, 1 de abril de 2024

Exército instaura processo disciplinar a militar por ameaça com arma

 


O Exército abriu um processo disciplinar a um militar que foi hoje detido por "ameaça agravada com arma de fogo" num posto de abastecimento de combustível em Lisboa, informou o ramo em comunicado.

Exército instaura processo disciplinar a militar por ameaça com arma

"OExército confirma a detenção de militar, por ameaça agravada com arma de fogo, após incidente num posto de abastecimento, em Lisboa", lê-se na nota informativa enviada às redações

No comunicado, aquele ramo das Forças Armadas indica que o incidente ocorreu hoje, ao final da manhã, num posto de combustível, em Lisboa.

"Foi determinado a instauração de processo disciplinar", informa o Exército.

Recorde-se que o homem, de 55 anos, um capitão do Exército foi detido, este domingo, depois de ter ameaçado com uma arma de fogo um funcionário de um posto de combustível, em Lisboa.

De acordo com o que o Comando Metropolitano de Lisboa da Polícia de Segurança Pública (Cometlis) disse ao Notícias ao Minuto, tudo aconteceu por volta das 12 horas.

Após a ameaça, o homem abandonou o local. A Polícia de Segurança Pública (PSP) foi chamada ao local, e localizou o homem nas imediações da Avenida Mouzinho de Albuquerque, onde fica o posto de combustível.

A PSP efetuou ainda buscas ao domicílio deste capitão, que "não está no ativo" por, segundo o que explicou à PSP, se encontrar "com baixa médica" e encontrou ainda cerca de 200 munições de calibre nove milímetros, para a arma pessoal que o homem usou para ameaçar o funcionário.

⛲ Ao minuto 

sexta-feira, 22 de março de 2024

Miguel Albuquerque reeleito presidente do PSD/Madeira



 Vitória foi alcançada com 54,3% dos votos.

Miguel Albuquerque foi reeleito, esta quinta-feira, como presidente do PSD/Madeira, com 54,3% dos votos. A informação foi confirmada pelo próprio candidato à CNN Portugal.

"Para quem pensava que o partido estava doente ou parado, estas eleições internas dão o exemplo de participação, responsabilidade cívica e política", afirmou, em declarações aos jornalistas.

O líder social-democrata sublinhou que a taxa de participação neste ato eleitoral foi de 94%, tendo votado 4.132 pessoas.

"Foi uma eleição bem disputada, que decorreu com civismo, e isso é muito importante para o presente e futuro do partido", considerou.

Sublinhando que a vitória foi alcançada com mais de 54% dos votos, Albuquerque referiu "a diferença de votos era decisiva para o partido ter uma direção legitimada pelos militantes".

"O apelo que eu faço hoje, cumprimentando o meu adversário, é que é necessário a partir de agora unirmo-nos nos objetivos a perseguir", atirou, explicando que esses objetivos se baseavam em "continuar a assegurar o PSD, a governação da Madeira e confiança dos madeirenses e porto-santenses".

As eleições internas decorreram entre as 17h30 e as 20h30, nas sedes concelhias e de freguesia do PSD espalhadas pelos 11 concelhos da Região Autónoma da Madeira, sendo 4.388 militantes estavam em condições de votar, num total superior a 12 mil.

O ainda presidente do Governo Regional da Madeira, que se demitiu na sequência do caso que investiga um esquema de corrupção no arquipélago, vai voltar a tentar ser eleito para o cargo.

Esta foi a segunda vez que Miguel Albuquerque venceu Manuel António Correia numa disputa interna pela presidência do partido, tendo o primeiro confronto ocorrido em 2014, para escolher o sucessor do histórico líder Alberto João Jardim.

Na altura, Albuquerque derrotou Manuel António Correia, então secretário regional do Ambiente e Recursos Naturais, numa segunda volta, obtendo cerca de 63% dos votos, e manteve-se na liderança do partido até ao presente, recandidatando-se sempre sem oponente nas eleições internas.

Miguel Albuquerque, nascido em 4 de maio de 1961 (62 anos) e natural do Funchal, é advogado e tem no seu currículo político a presidência da Câmara do Funchal (1994-2013) e do Governo Regional da Madeira, desde 2015.

⛲ Ao minuto 

Manuel António diz que internas do PSD/Madeira "não foram justas"

 


O candidato à liderança do PSD/Madeira Manuel António Correia, hoje derrotado, defendeu que as eleições internas foram injustas, argumentando que não houve igualdade de oportunidades para as duas candidaturas e apontando a existência de pressões.

"Jogámos um jogo condicionado, no tempo e com as regras dos outros, em que tivemos um adversário que foi simultaneamente árbitro e ainda assim estamos de parabéns porque obtivemos em muito pouco tempo um extraordinário resultado", afirmou Manuel António Correia, em declarações na sede de campanha, no Funchal, depois de conhecidos os resultados das internas da estrutura regional do PSD.

O atual líder do PSD/Madeira, Miguel Albuquerque, venceu as eleições internas, derrotando o seu adversário, Manuel António Correia, por 2.243 votos contra 1.856, num universo de 4.388 votantes inscritos, indicou o secretariado do partido.

As eleições internas decorreram da crise política motivada pelo processo que investiga suspeitas de corrupção no arquipélago, no âmbito do qual o chefe do executivo, Miguel Albuquerque, foi constituído arguido e demitiu-se, o que levou à queda do Governo de coligação PSD/CDS-PP, com apoio parlamentar do PAN.

Na perspetiva de Manuel António, as eleições "não foram justas porque não houve igualdade de oportunidades para as duas candidaturas".

"Eu convoco todos os militantes a darem o seu testemunho. [...] Eu penso que quase todos tiveram uma experiência pessoal de pressão, de condicionamento", declarou.

O candidato apontou que houve sinais durante a campanha para as internas do PSD/Madeira "de que poderá haver delitos de opinião neste partido e pessoas perseguidas porque votaram em candidatos que não o vencedor".

"E, por isso, tenho de pedir publicamente: não persigam pessoas porque tiveram outra opinião", apelou, reforçando que estará particularmente atento e que não permitirá que "alguém seja punido" por ter apoiado a sua candidatura.

Manuel António Correia disse, por outro lado, não ter qualquer informação que coloque em causa a transparência do ato eleitoral em si.

Questionado pelos jornalistas, o social-democrata não indicou se estará ativo na vida política ou não, sublinhando que mais importante que o candidato é o partido.

"O PSD não acaba hoje nem nasceu hoje e, portanto, numa lógica de médio/longo prazo eu acredito que é possível credibilizar, unir e vencer. Vamos refletir, vamos repensar de forma clara, estruturada, fazer um debate interno que não aconteceu durante as eleições", sugeriu.

Manuel António Correia admitiu também que a noite "não foi boa em termos de resultados", mas considerou que foi lançada a "semente da mudança na Madeira".

As eleições internas decorreram entre as 17:30 e as 20:30, nas sedes concelhias e de freguesia do PSD espalhadas pelos 11 concelhos da Região Autónoma da Madeira, sendo que 4.388 militantes estavam em condições de votar, num total superior a 12.000.

Em 2014, Manuel António Correia, então secretário regional do Ambiente e Recursos Naturais no executivo chefiado por Alberto João Jardim, disputou a liderança do PSD/Madeira precisamente com Miguel Albuquerque, mas perdeu a corrida na segunda volta, obtendo 37% dos votos, contra 63% do adversário.

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Vasco Sousa teve alta hospitalar e está aos cuidados médicos da seleção

 


O futebolista Vasco Sousa, que se lesionou hoje no jogo da seleção portuguesa sub-21 frente às Ilhas Faroé, já teve alta hospitalar e está aos cuidados da equipa médica da formação das 'quinas', anunciou a Federação Portuguesa de Futebol.

Vasco Sousa foi abalroado por Ellingsgaard e necessitou de abandonar o relvado as 76 minutos -- Gustavo Sá entrou para o seu lugar - com colar cervical e diretamente de ambulância para o hospital.

Segundo a federação, o atleta foi avaliado e realizou diversos exames complementares no hospital de Faro na sequência do traumatismo na cabeça sofrido no jogo, tendo posteriormente tido alta para ficar junto da equipa, aos cuidados da Unidade de Saúde e Performance da federação, ainda em observação.

O atleta está em dúvida para o desafio de terça-feira frente à Croácia, também no Estádio de São Luís, em Faro, às 17:30.

A seleção portuguesa de futebol de sub-21 reforçou hoje a liderança do Grupo G de qualificação para o Europeu de 2025, ao vencer as Ilhas Faroé, por 4-0, em jogo realizado no Estádio de São Luís, em Faro.

Portugal lidera o Grupo G da fase de apuramento para o Europeu de 2025, com 15 pontos em seis jogos, seguido de Croácia, com 13 (menos um jogo), Grécia, com 11, Ilhas Faroé, com sete, e Andorra e Bielorrússia, ambos com três pontos em sete e oito jogos, respetivamente.

⛲ Ao minuto 

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2024

Portugal, Brasil, Cabo Verde e Guiné-Bissau participam em operação antidrogas

 


Foco esteve nos controlos do tráfego de passageiros e carga em voos diretos e de ligação.

Portugal, Brasil, Cabo Verde e Guiné-Bissau participaram numa operação policial, realizada em 61 aeroportos de 36 países, que resultou em 46 detenções e na apreensão de 850 quilogramas de drogas, anunciou esta sexta-feira a agência Europol.

A Europol disse que a operação decorreu entre 11 e 18 de dezembro e centrou-se nos controlos do tráfego de passageiros e carga em voos diretos e de ligação, principalmente provenientes do continente americano, de acordo com um comunicado.

As autoridades policiais envolvidas verificaram passageiros e bagagens, bem como pacotes e remessas de carga, em 29 grandes aeroportos da Europa e 32 em África, Américas e Caraíbas, disse a Europol.

As inspeções visavam detetar a posse ou tráfico de drogas provenientes da América Latina e detetaram um total de 850 quilos, sobretudo de canábis e cocaína.

Outro objetivo da operação policial, liderada por Espanha e apoiada pela agência europeia de fronteiras Frontex e pela Interpol, era melhorar a cooperação entre as autoridades policiais e aduaneiras de ambos os lados do Atlântico.

"A fase operacional, focada na intensificação da segurança nos aeroportos, foi preparada durante uma fase preliminar de inteligência", acrescentou a mesma nota.

O passo seguinte foi a análise de informação relevante relacionada com os fluxos de tráfico de droga, à identificação de possíveis suspeitos e modos de operação, além do desenvolvimento de atividades coordenadas a realizar, disse a Europol, com sede em Haia.

Na Europa, além de Portugal e Espanha, participaram outros 14 países da UE (Áustria, Bélgica, Bulgária, República Checa, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Lituânia, Luxemburgo, Países Baixos, Polónia, Eslovénia e Suécia), bem como Suíça, Reino Unido, Geórgia e Macedónia do Norte.

Nas Américas, além do Brasil, a operação contou com Estados Unidos, Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, Jamaica, Panamá e Peru.

Além de Cabo Verde e Guiné-Bissau, mais cinco países africanos participaram na iniciativa: Benim, Costa do Marfim, Gâmbia, Nigéria e Togo.

⛲ Cm

quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

Protesto dos agricultores franceses dificulta exportações portuguesas e faz perder milhões por dia

 


Protesto dos agricultores franceses impede exportação de alimentos portugueses e espanhóis

Empresas de transportes portuguesas e espanholas estão a ter dificuldade em atravessar Paris e a chegar ao norte de França, somando prejuízos superiores a 12 milhões de euros por dia.

Os agricultores franceses prosseguem esta quarta-feira o bloqueio das principais vias de entrada em Paris, quase duas semanas após o início do protesto por melhores condições de trabalho.  

Mas os bloqueios das autoestradas francesas e os piquetes nas fronteiras estão a causar prejuízos às empresas de transportes portuguesas e espanholas, atrasando a exportação de produtos alimentares - frutas, legumes, carne, azeite e vinho – para o norte de França, uma vez que os camionistas não conseguem atravessar o país ou veem as suas mercadorias destruídas. 

Os prejuízos das empresas de transportes portuguesas e espanholas estão a ascender a mais de 12 milhões de euros por dia, segundo a associação patronal dos transportes espanhóis, citada pela AP. Para além dos prejuízos, os camionistas estão presos há dias, sem poderem circular. 

O protesto dos agricultores franceses estendeu-se também esta quarta-feira a Lyon e os manifestantes têm intenção de bloquear a segunda maior cidade de França. Ao final do dia de terça-feira, já tinham conseguido bloquear a autoestrada A89 , que liga a capital dos gauleses à cidade de Clermont-Ferrand.

O primeiro-ministro francês, Gabriel Attal, que apresentou na terça-feira a sua declaração política oficial, de início de legislatura, ao parlamento, sublinhou que a agricultura francesa é “a nossa força e o nosso orgulho”. 

Attal prometeu que França irá trabalhar para alargar a isenção das regras comunitárias relativas aos pousios e que Paris irá criar um fundo de emergência para os produtores de vinho em dificuldades, para além de outras ajudas ao sector.

Atualmente, os agricultores são obrigados a assegurar que 4% dos seus terrenos agrícolas não estejam a produzir ou a manter 3% de terreno sem produção mas acrescentar 4% de culturas que aumentem a biodiversidade, como as leguminosas.

Espanha rejeita concorrência desleal

O ministro da Agricultura espanhol, Luis Planas, rejeitou entretanto a acusação de que os agricultores espanhóis gozam de uma vantagem injusta sobre os seus vizinhos, depois de o primeiro-ministro francês, Gabriel Attal, ter afirmado que iria procurar solução para as reclamações dos agricultores franceses sobre a concorrência.

Um dos temas que os agricultores franceses têm vindo a referir é a alegada concorrência desleal dos seus rivais, devido às diferentes normas ambientais em vigor na União Europeia.

"As regras de produção e comercialização na UE são semelhantes em todos os Estados-membros e todos as aplicamos da mesma forma", insistiu Luis Planas.

Já na Bélgica, os agricultores continuaram a bloquear estradas, incluindo a principal autoestrada E19 que conduz a Bruxelas. Os agricultores afirmaram que vão permanecer na rua até que o governo satisfaça as suas exigências, entre elas a redução da burocracia.

Também os agricultores italianos se reuniram, pelo terceiro dia consecutivo, com os seus tratores, numa saída da autoestrada perto de Roma, para protestar em defesa do setor agrícola italiano.

Um grupo de 100 agricultores italianos, com 50 tratores, juntou-se também aos protestos em Orte, a cerca de uma hora da capital. Os agricultores protestaram pacificamente contra as políticas agrícolas da União Euopeia, o aumento dos custos de produção, o aumento dos impostos e a diminuição dos rendimentos, bem como os cortes nos subsídios ao gasóleo agrícola.

⛲ Euronews 

domingo, 28 de janeiro de 2024

Filipe Nyusi pede a Marcelo Rebelo de Sousa continuação do apoio de Portugal contra terrorismo em Cabo Delgado

 


"Máxima contribuição" portuguesa processa-se "através da União Europeia", indica o presidente moçambicano.

O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, pediu este domingo ao seu homólogo português, Marcelo Rebelo de Sousa, que Portugal continue a apoiar o país africano contra o "terrorismo" que assola a província de Cabo Delgado.

"Atualizamos [o chefe de Estado de Portugal] sobre o combate que estamos a fazer contra o terrorismo, porque Portugal está a dar a sua máxima contribuição, através da União Europeia", afirmou Filipe Nyusi, em declarações aos jornalistas.

Nyusi falava em Lisboa, durante uma curta escala na capital portuguesa, na viagem em direção a Roma, onde vai participar na Cimeira Itália-África.

O chefe de Estado moçambicano avançou que incentivou o seu homólogo português a assegurar que Portugal mantenha o "espírito" de ajuda no combate aos grupos armados que atuam no norte de Moçambique, há mais de seis anos.

Portugal tem "instrutores e formadores" envolvidos na formação das Forças de Defesa e Segurança moçambicanas e "encorajamos para que continuem nesse espírito", acrescentou Filipe Nyusi.

Os dois presidentes também se debruçaram sobre as guerras Rússia-Ucrânia e Israel-Hamas, na Palestina.

A província de Cabo Delgado enfrenta há seis anos uma insurgência armada com alguns ataques reclamados pelo grupo extremista Estado Islâmico, que levou a uma resposta militar desde julho de 2021, com apoio do Ruanda e da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), libertando distritos junto aos projetos de gás.

O conflito já fez um milhão de deslocados, de acordo com o Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), e cerca de 4.000 mortes, segundo o projeto de registo de conflitos ACLED.

sábado, 27 de janeiro de 2024

Stella Zeca é nova embaixadora de Moçambique em Portugal



O Presidente da República exonerou Joaquim Bule do cargo de Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário de Moçambique em Portugal.

Em outro Despacho Presidencial, o Chefe do Estado nomeou Stella Zeca para o cargo de Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República de Moçambique junto da República Portuguesa.

⛲ O país 

quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

Lateral-direito Manafá é a nova contratação do Botafogo

 


Botafogo anuncia contratação de Manafá. Botafogo

Botafogo anuncia a contratação de Manafá, que chegará ao Rio ainda esta semana

O Botafogo anunciou ontem, a contratação do lateral-direito Wilson Manafá. O atleta de 29 anos, jogava pelo clube espanhol 'Granada' e era um desejo do Botafogo desde o último ano.

O jogador é a sexta contratação de reforço à equipe para esta temporada. Seu contrato está previsto até o fim de dezembro de 2025. 

O português Wilson Miguéis Manafá Jancó iniciou sua trajetória no futebol no Oliveira do Bairro Sport Club, de Portugal. Passou por outros clubes portugueses como o Sporting, Beira-Mar, Anadia FC, Varzim, Portimonense e o FC Porto. 

A confirmação da recente contratação foi dada pelo diretor executivo de futebol do Botafogo, André Barboza. 

quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

Isabel dos Santos acusa Justiça portuguesa de estar "subordinada à Justiça angolana”

 


Filha de José Eduardo dos Santos adianta que tem dificuldades financeiras em consequência do arresto de bens.

“A Justiça portuguesa o que faz, faz a mando da Justiça de Angola. A Justiça portuguesa está subordinada à Justiça angolana”, afirmou na terça-feira Isabel dos Santos numa entrevista concedida à radio Essencial de Angola, no seguimento da acusação de 11 crimes que a Procuradoria angolana fez à filha do ex-Presidente da República, José Eduardo dos Santos, no caso Sonangol.

Isabel dos Santos rejeitou todos os crimes, disse que em Portugal “não sabe do que é acusada”, e adiantou que tem dificuldades financeiras em consequência do arresto de bens decretado em Portugal (janeiro de 2020) e Angola (dezembro de 2019).


⛲ Cm