O futuro de três das maiores promessas do Benfica está praticamente definido e a revelação foi feita por Pedro Sousa, colocando um ponto final nas dúvidas que vinham a marcar os bastidores da Luz. José Neto, Anísio Cabral e Daniel Banjaqui, campeões do Mundo de sub-17 por Portugal, fazem parte de um plano estratégico claro da SAD encarnada, que passa por blindar o talento do Seixal com renovações de longo prazo e afastar o forte assédio dos gigantes europeus.
Segundo as informações inicialmente avançadas, os processos de José Neto e Anísio Cabral estavam já numa fase muito adiantada, com ambos perto de assinar contratos válidos até 2031, acompanhados de aumentos salariais expressivos e cláusulas de rescisão elevadas. O dossiê de Daniel Banjaqui, por sua vez, surgia como o mais complexo, devido ao interesse concreto de clubes como Barcelona e Chelsea, mas sempre com a garantia de que existia vontade mútua em prolongar o vínculo.
No entanto, Pedro Sousa foi mais longe na sua intervenção na CMTV e deixou uma garantia que tranquiliza por completo os adeptos encarnados.
Acordo fechado… falta apenas o tempo
De acordo com o jornalista, os três jovens já terão acordo fechado com o Benfica, estando apenas pendente a formalização oficial dos contratos. O motivo não é negocial, mas sim legal: os atletas ainda não completaram 18 anos, o que impede a assinatura imediata de contratos de longa duração.
Assim que atingirem a maioridade, o Benfica irá avançar com a oficialização das renovações, todas alinhadas até 2031, numa estratégia clara de proteção do seu património desportivo. Trata-se de uma decisão que confirma a confiança total da estrutura encarnada no trio e a aposta inequívoca no talento formado no Seixal.
Mourinho já deu o aval
Outro fator decisivo neste processo foi a avaliação de José Mourinho, que já trabalhou de perto com os três jovens e ficou agradado com a maturidade, qualidade técnica e capacidade competitiva demonstradas. Apesar da tenra idade, José Neto, Anísio Cabral e Daniel Banjaqui já se estrearam em contextos exigentes e mostraram personalidade suficiente para integrar o projeto a médio prazo.
O treinador português considera que segurar estas joias é essencial não só para o futuro desportivo do clube, mas também para a estabilidade do balneário e para a identidade do Benfica enquanto clube formador.
José Neto e Anísio Cabral na linha da frente
Entre os três, José Neto e Anísio Cabral foram sempre vistos como os casos mais simples de resolver. Ambos manifestaram desde cedo o desejo de continuar de águia ao peito e viram no Benfica o contexto ideal para crescer, competir e alcançar a elite do futebol europeu.
Os novos contratos preveem valorização salarial significativa, refletindo o novo estatuto dos jogadores dentro da estrutura e o reconhecimento pelo título mundial de sub-17. Além disso, as cláusulas de rescisão deverão ser ajustadas para valores elevados, afastando investidas precipitadas de clubes estrangeiros.
Banjaqui resistiu ao assédio europeu
O caso de Daniel Banjaqui foi o que gerou mais ruído mediático. O jovem talento chamou a atenção de vários observadores internacionais e chegou a ser associado a clubes de topo como Barcelona e Chelsea, que monitorizaram de perto a sua evolução.
Ainda assim, tanto o jogador como o seu círculo próximo sempre demonstraram abertura para continuar no Benfica, desde que o projeto fosse claro e garantisse espaço para crescimento desportivo. A SAD encarnada respondeu com um plano sólido, confiança total e uma proposta que satisfez todas as partes envolvidas.
Estratégia clara de Rui Costa
Esta decisão enquadra-se numa política mais ampla liderada por Rui Costa, que tem apostado fortemente na proteção dos ativos do clube. Depois de um mercado de inverno em que o Benfica recusou propostas milionárias por jogadores do plantel principal, o presidente volta a mostrar mão firme ao garantir o futuro das maiores promessas da formação.
A ideia passa por evitar erros do passado, em que talentos saíram cedo demais por valores considerados baixos, e assegurar que qualquer eventual venda futura seja feita em contexto de força negocial.
Adeptos respiram de alívio
A revelação de Pedro Sousa caiu como uma bomba positiva entre os adeptos encarnados, que veem nestes três jogadores símbolos do futuro do clube. Num futebol cada vez mais dominado por interesses financeiros e transferências precoces, o Benfica mostra que ainda acredita na formação como pilar central do seu projeto.
Com estas renovações praticamente garantidas, o clube assegura não só talento, mas também continuidade, identidade e esperança para os próximos anos.
O Seixal continua a dar frutos
José Neto, Anísio Cabral e Daniel Banjaqui representam mais uma geração dourada saída do Seixal, confirmando que a academia encarnada continua a ser uma das mais produtivas da Europa.
👉 Se tudo correr como planeado, o Benfica não só garantiu três joias… como protegeu o seu futuro até 2031.











.png)
.png)
.png)
.png)
.png)
.png)
.png)
.png)
.png)
.png)