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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Última hora: Benfica já decidiu o futuro das três maiores joias do Seixal


O futuro de três das maiores promessas do Benfica está praticamente definido e a revelação foi feita por Pedro Sousa, colocando um ponto final nas dúvidas que vinham a marcar os bastidores da Luz. José Neto, Anísio Cabral e Daniel Banjaqui, campeões do Mundo de sub-17 por Portugal, fazem parte de um plano estratégico claro da SAD encarnada, que passa por blindar o talento do Seixal com renovações de longo prazo e afastar o forte assédio dos gigantes europeus.

Segundo as informações inicialmente avançadas, os processos de José Neto e Anísio Cabral estavam já numa fase muito adiantada, com ambos perto de assinar contratos válidos até 2031, acompanhados de aumentos salariais expressivos e cláusulas de rescisão elevadas. O dossiê de Daniel Banjaqui, por sua vez, surgia como o mais complexo, devido ao interesse concreto de clubes como Barcelona e Chelsea, mas sempre com a garantia de que existia vontade mútua em prolongar o vínculo.

No entanto, Pedro Sousa foi mais longe na sua intervenção na CMTV e deixou uma garantia que tranquiliza por completo os adeptos encarnados.

Acordo fechado… falta apenas o tempo

De acordo com o jornalista, os três jovens já terão acordo fechado com o Benfica, estando apenas pendente a formalização oficial dos contratos. O motivo não é negocial, mas sim legal: os atletas ainda não completaram 18 anos, o que impede a assinatura imediata de contratos de longa duração.

Assim que atingirem a maioridade, o Benfica irá avançar com a oficialização das renovações, todas alinhadas até 2031, numa estratégia clara de proteção do seu património desportivo. Trata-se de uma decisão que confirma a confiança total da estrutura encarnada no trio e a aposta inequívoca no talento formado no Seixal.

Mourinho já deu o aval

Outro fator decisivo neste processo foi a avaliação de José Mourinho, que já trabalhou de perto com os três jovens e ficou agradado com a maturidade, qualidade técnica e capacidade competitiva demonstradas. Apesar da tenra idade, José Neto, Anísio Cabral e Daniel Banjaqui já se estrearam em contextos exigentes e mostraram personalidade suficiente para integrar o projeto a médio prazo.

O treinador português considera que segurar estas joias é essencial não só para o futuro desportivo do clube, mas também para a estabilidade do balneário e para a identidade do Benfica enquanto clube formador.

José Neto e Anísio Cabral na linha da frente

Entre os três, José Neto e Anísio Cabral foram sempre vistos como os casos mais simples de resolver. Ambos manifestaram desde cedo o desejo de continuar de águia ao peito e viram no Benfica o contexto ideal para crescer, competir e alcançar a elite do futebol europeu.

Os novos contratos preveem valorização salarial significativa, refletindo o novo estatuto dos jogadores dentro da estrutura e o reconhecimento pelo título mundial de sub-17. Além disso, as cláusulas de rescisão deverão ser ajustadas para valores elevados, afastando investidas precipitadas de clubes estrangeiros.

Banjaqui resistiu ao assédio europeu

O caso de Daniel Banjaqui foi o que gerou mais ruído mediático. O jovem talento chamou a atenção de vários observadores internacionais e chegou a ser associado a clubes de topo como Barcelona e Chelsea, que monitorizaram de perto a sua evolução.

Ainda assim, tanto o jogador como o seu círculo próximo sempre demonstraram abertura para continuar no Benfica, desde que o projeto fosse claro e garantisse espaço para crescimento desportivo. A SAD encarnada respondeu com um plano sólido, confiança total e uma proposta que satisfez todas as partes envolvidas.

Estratégia clara de Rui Costa

Esta decisão enquadra-se numa política mais ampla liderada por Rui Costa, que tem apostado fortemente na proteção dos ativos do clube. Depois de um mercado de inverno em que o Benfica recusou propostas milionárias por jogadores do plantel principal, o presidente volta a mostrar mão firme ao garantir o futuro das maiores promessas da formação.

A ideia passa por evitar erros do passado, em que talentos saíram cedo demais por valores considerados baixos, e assegurar que qualquer eventual venda futura seja feita em contexto de força negocial.

Adeptos respiram de alívio

A revelação de Pedro Sousa caiu como uma bomba positiva entre os adeptos encarnados, que veem nestes três jogadores símbolos do futuro do clube. Num futebol cada vez mais dominado por interesses financeiros e transferências precoces, o Benfica mostra que ainda acredita na formação como pilar central do seu projeto.

Com estas renovações praticamente garantidas, o clube assegura não só talento, mas também continuidade, identidade e esperança para os próximos anos.

O Seixal continua a dar frutos

José Neto, Anísio Cabral e Daniel Banjaqui representam mais uma geração dourada saída do Seixal, confirmando que a academia encarnada continua a ser uma das mais produtivas da Europa.

👉 Se tudo correr como planeado, o Benfica não só garantiu três joias… como protegeu o seu futuro até 2031.

Rui Costa fecha a porta ao mercado: Benfica recusou quase 100 milhões e decisão surpreende a Europa


O Benfica protagonizou um dos movimentos mais surpreendentes do mercado de transferências de inverno ao recusar propostas que, no total, rondavam os 100 milhões de euros. Numa altura em que muitos clubes optam por vender os seus principais ativos para equilibrar contas, Rui Costa tomou o caminho oposto, privilegiando a estabilidade desportiva e a continuidade do projeto liderado por José Mourinho, mesmo perante ofertas consideradas tentadoras por vários jogadores-chave do plantel encarnado.

Segundo informações apuradas junto de fontes próximas do processo, o presidente do Benfica manteve uma postura inflexível durante todo o mês de janeiro, resistindo a forte assédio internacional por nomes como Vangelis Pavlidis, Andreas Schjelderup, Gianluca Prestianni e António Silva. A decisão foi clara: não desmantelar o núcleo duro da equipa a meio da temporada, mesmo sabendo que o encaixe financeiro poderia ter sido histórico.

Pavlidis foi o mais cobiçado… e o mais protegido

Entre todos os ativos do plantel, Vangelis Pavlidis foi, de longe, o jogador mais desejado no mercado. O avançado grego atravessa uma época absolutamente impressionante, somando 27 golos e cinco assistências em 38 jogos, números que o colocam entre os avançados mais eficazes do futebol europeu esta temporada.

O Al Hilal, gigante da Arábia Saudita, foi um dos clubes que mais insistiu na contratação do goleador encarnado, estando disposto a apresentar uma proposta de grande dimensão financeira. Ainda assim, apesar da capacidade quase ilimitada do emblema saudita, o Benfica nem sequer abriu negociações, deixando claro que Pavlidis é inegociável nesta fase da época.

José Mourinho considera o avançado uma peça central no seu modelo de jogo e acredita que a sua saída comprometeria seriamente os objetivos desportivos, tanto a nível interno como nas competições europeias.

Schjelderup e Prestianni estiveram perto de sair

Além de Pavlidis, Andreas Schjelderup e Gianluca Prestianni também estiveram muito próximos de abandonar a Luz durante o mercado de inverno. Ambos despertaram interesse concreto de clubes europeus, com propostas que, somadas, atingiam valores bastante elevados.

No entanto, as exibições recentes dos dois jovens — especialmente frente ao Real Madrid — acabaram por ser determinantes para a decisão final. Mourinho ficou agradado com a evolução dos atletas e transmitiu à SAD a importância de manter ambos no plantel, não apenas como opções imediatas, mas também como apostas estratégicas para o futuro.

A resposta da direção foi clara: rejeição total das abordagens recebidas, mesmo sabendo que o mercado de verão poderá voltar a trazer propostas ainda mais agressivas.

António Silva também na lista… mas sem saída

Outro nome que gerou grande interesse foi António Silva, sobretudo pelo facto de entrar no último ano de contrato. A situação contratual do central fez soar alarmes no mercado, com vários clubes atentos a uma possível oportunidade de negócio.

Ainda assim, Rui Costa manteve a mesma linha de pensamento. Apesar do risco de ver o jogador aproximar-se do fim do vínculo, o Benfica preferiu segurar o defesa, apostando numa solução futura que poderá passar por renovação ou venda em condições mais favoráveis.

Além de António Silva, alguns dos jovens campeões do mundo de sub-17 também foram alvo de sondagens e propostas informais, o que confirma o elevado valor do talento produzido no Seixal.

Decisão estratégica num momento delicado

A recusa de propostas na ordem dos 100 milhões de euros não foi tomada de ânimo leve. O Benfica atravessa uma fase desportiva exigente, com a luta pelo título mais complicada e a qualificação para a próxima edição da Liga dos Campeões longe de ser garantida.

Ainda assim, a estrutura encarnada acredita que enfraquecer o plantel em janeiro teria um impacto negativo imediato, colocando em risco os objetivos mínimos da temporada. A aposta passou por manter uma equipa competitiva, confiante e estável, mesmo que isso significasse abdicar de um encaixe financeiro muito significativo a curto prazo.

Rui Costa manda mensagem forte ao mercado

Com esta postura, Rui Costa enviou uma mensagem clara, não só para o mercado, mas também para adeptos, jogadores e treinador: o projeto desportivo está acima de tudo. Num futebol cada vez mais dominado por decisões financeiras, o Benfica optou por remar contra a maré e proteger o balneário.

Internamente, a decisão foi bem recebida por José Mourinho, que ganhou tranquilidade para trabalhar com um grupo unido e sem perdas de peso no momento mais decisivo da época.

Verão promete… e muito

Apesar da resistência em janeiro, o Benfica sabe que o mercado de verão será bem diferente. Com vários jogadores valorizados e clubes atentos, as propostas deverão regressar — possivelmente com valores ainda mais elevados.

Para já, a estratégia está definida: fechar a porta no inverno, atacar objetivos desportivos e preparar decisões com mais margem no verão.

👉 Uma coisa é certa: o Benfica recusou quase 100 milhões… e mostrou que nem tudo tem preço.

Última hora: Resink no Benfica


O Benfica não desistiu de Stije Resink e está já a preparar um novo ataque ao médio neerlandês na próxima janela de transferências de verão. Depois de ver o Groningen fechar a porta a qualquer negociação em janeiro, as águias acreditam agora que o cenário mudou — e para melhor. O motivo é simples: a partir do final da temporada entra em vigor uma cláusula de rescisão significativamente inferior ao valor exigido no mercado de inverno, tornando o negócio bem mais acessível para a SAD encarnada.

Segundo informações recolhidas na imprensa dos Países Baixos, e confirmadas por declarações recentes do diretor desportivo do Groningen, Frank van Mosselveld, o Benfica mantém um interesse real e concreto no capitão da equipa neerlandesa. Em janeiro, o clube da Luz chegou mesmo a sondar formalmente as condições para uma eventual transferência, mas esbarrou na recusa firme do emblema holandês, que não quis perder uma das suas principais figuras a meio da época.

Cláusula muda tudo e anima a Luz

A grande novidade que relança o dossiê Resink prende-se com a cláusula de rescisão prevista no contrato do jogador. Ao que tudo indica, no final da época 2025/26, o médio de 22 anos poderá sair por um valor a rondar os seis milhões de euros, um montante consideravelmente inferior aos cerca de 10 milhões que o Groningen pretendia no último mercado de inverno.

Este detalhe não passou despercebido à estrutura encarnada, que já fez as contas e considera o valor perfeitamente comportável dentro da política financeira atual do clube. Recorde-se que o Benfica adotou uma postura mais contida nos últimos mercados, privilegiando investimentos cirúrgicos e evitando gastos considerados excessivos.

Interesse confirmado… mas sem proposta formal

Em declarações à imprensa neerlandesa, Frank van Mosselveld confirmou que o Benfica entrou em contacto direto com o Groningen para manifestar interesse no jogador. Ainda assim, o dirigente fez questão de sublinhar que nunca chegou a existir uma proposta oficial.

“Ficou claro, logo na primeira conversa, que não queríamos vender o Resink em plena época. É um jogador fundamental para os nossos objetivos”, explicou o diretor desportivo.

Essa posição levou o Benfica a recuar estrategicamente, optando por adiar qualquer investida para o verão, altura em que o contexto contratual será mais favorável.

Resink vive a melhor fase da carreira

Stije Resink atravessa um dos melhores momentos da sua ainda curta carreira. Formado no Almere City, o médio chegou ao Groningen há duas épocas e rapidamente se afirmou como peça-chave no meio-campo, ao ponto de assumir a braçadeira de capitão com apenas 22 anos.

Na presente temporada, os números falam por si: quatro golos e cinco assistências em 21 jogos oficiais, registos que impressionam tendo em conta que se trata de um médio com grande sentido posicional e forte capacidade defensiva. Para além disso, Resink destaca-se pela inteligência tática, qualidade de passe e liderança em campo, características muito apreciadas pelo scouting do Benfica.

Concorrência aperta, mas Benfica acredita

O bom rendimento do jogador não passou despercebido dentro dos Países Baixos. Ajax, Feyenoord e PSV seguem atentamente a evolução do médio, o que promete aquecer o mercado no verão. Ainda assim, o Benfica acredita ter argumentos fortes para convencer Resink.

Desde logo, a possibilidade de jogar regularmente competições europeias, a visibilidade internacional da Liga portuguesa e o histórico recente das águias na valorização de jovens talentos são vistos como trunfos importantes. Além disso, o jogador já admitiu publicamente que é difícil ficar indiferente ao interesse de um clube como o Benfica.

“Quando um clube dessa dimensão mostra interesse, é normal que isso nos faça pensar”, confessou Resink numa entrevista recente, deixando a porta claramente aberta a uma mudança para a Luz.

Mourinho quer reforçar o meio-campo

A insistência do Benfica neste dossiê não é por acaso. José Mourinho identificou o meio-campo como uma das zonas que carecem de reforço para a próxima temporada, sobretudo tendo em conta a exigência física e competitiva do futebol português e das provas europeias.

Resink encaixa no perfil desejado pelo técnico: jovem, intenso, disciplinado taticamente e com margem de progressão. A sua chegada permitiria aumentar as opções no setor intermédio e preparar o futuro, numa altura em que o clube também pondera eventuais saídas no plantel.

Verão promete agitar a Luz

Com a cláusula mais baixa, o interesse confirmado e a abertura do jogador, o Benfica parte para o mercado de verão em posição vantajosa. Ainda assim, a SAD sabe que terá de agir rapidamente para evitar um leilão com clubes rivais, sobretudo da Eredivisie.

Se nada mudar entretanto, Stije Resink promete ser um dos nomes quentes do próximo mercado — e o Benfica está decidido a não deixar escapar mais uma oportunidade estratégica.

Benfica fechou a carteira em janeiro? Eis quanto gastou o clube num mercado de inverno que está a dar que falar


O Benfica surpreendeu adeptos e analistas ao adotar uma postura claramente mais contida no mercado de transferências de inverno de 2025/26. Numa janela tradicionalmente marcada por investimentos estratégicos e correções ao plantel, as águias optaram por um caminho bem mais prudente, gastando apenas 11 milhões de euros, num registo que não se via desde 2022. A decisão está a gerar debate entre os benfiquistas, sobretudo numa época exigente, marcada por pressão interna, objetivos ambiciosos e um calendário carregado.

Sob o comando de José Mourinho, o Benfica fechou o mercado com apenas dois reforços: Sidny Lopes Cabral e Rafa Silva. O primeiro, lateral/extremo contratado ao Estrela da Amadora, custou 6 milhões de euros, aos quais podem acrescer 2,5 milhões em bónus, garantindo 90% do passe. Já Rafa Silva regressou ao futebol português através de um acordo com o Besiktas, por 5 milhões de euros, num negócio visto como oportunidade de mercado. Ambos os jogadores foram escolhidos pela sua polivalência, algo valorizado por Mourinho, que pretende soluções capazes de responder a diferentes contextos táticos.

Apesar do investimento reduzido, a verdade é que o Benfica esteve longe de ficar parado. A SAD encarnada explorou várias possibilidades, sobretudo em três posições consideradas prioritárias: ponta de lança, extremo e médio-centro. No ataque, o grande alvo foi Lorenzo Lucca, avançado italiano do Nápoles. As águias tentaram um empréstimo com opção de compra, mas o jogador acabou por preferir o Nottingham Forest, onde lhe foi prometido maior protagonismo imediato, algo que o Benfica não conseguiu garantir.

Para as alas, o nome mais falado foi o de André Luiz, do Rio Ave. O Benfica apresentou uma proposta de 12 milhões de euros, mais 3 milhões em objetivos, mas os vila-condenses mantiveram-se firmes e exigiram valores próximos da cláusula de rescisão. O desfecho acabou por ser surpreendente: André Luiz rumou ao Olympiakos por apenas 6,75 milhões, levantando críticas entre os adeptos encarnados. Outro nome equacionado foi Wesley, do Al Nassr, mas os elevados custos salariais inviabilizaram qualquer avanço.

No meio-campo, o alvo identificado foi Stije Resink, do Groningen. O Benfica mostrou-se disposto a investir 7 milhões de euros, mais 3 milhões em bónus, mas o clube neerlandês recusou negociar em janeiro, preferindo adiar qualquer decisão para o verão. Com as portas do mercado a fechar-se, a estrutura encarnada optou por olhar para dentro e confiar em soluções internas.

E foi precisamente aí que Mourinho encontrou algum conforto. Enzo Barrenechea regressou após recuperar de uma lesão no ombro direito e voltou a estar disponível para a rotação do meio-campo. Richard Ríos também está na reta final da recuperação e poderá ser opção ainda este mês, inclusive para jogos decisivos como o playoff da Liga dos Campeões frente ao Real Madrid. No ataque, a recuperação de Dodi Lukebakio, aliada à chegada de Sidny e Rafa, levou o Benfica a abandonar a ideia de contratar mais extremos.

No capítulo das saídas, o mercado foi igualmente tranquilo. O único movimento autorizado foi a cedência de Rafael Obrador, emprestado ao Torino, depois de não ter convencido Mourinho na primeira metade da temporada. Houve, no entanto, tentativas de assédio a outras peças do plantel. Andreas Schjelderup esteve muito perto de sair em definitivo para o Club Brugge, que apresentou uma proposta na ordem dos 8 milhões de euros, mais bónus, mas o Benfica manteve-se firme nos 15 milhões pretendidos. A decisão acabou por ser reforçada após os dois golos do norueguês frente ao Real Madrid, que elevaram o seu estatuto dentro do grupo.

Também Gianluca Prestianni beneficiou desta estratégia de contenção. O jovem argentino somou mais minutos, ganhou titularidades recentes e convenceu a equipa técnica a manter a atual estrutura ofensiva, evitando mudanças drásticas a meio da época.

Comparando com os últimos três anos, em que o Benfica investiu de forma mais agressiva nos mercados de janeiro, esta postura marca uma clara mudança de rumo. Num contexto em que a luta pelo título se apresenta complicada e a qualificação para a próxima Liga dos Campeões é vista como um desafio exigente, a direção optou por “fechar a carteira”, evitar riscos elevados e apostar numa gestão financeira mais responsável.

A estratégia passa agora por maximizar o rendimento do plantel existente, confiar nas recuperações e na evolução dos jovens, e deixar os grandes investimentos para o verão. Uma aposta que pode revelar-se decisiva… ou polémica, caso os resultados não acompanhem. 🔴⚪

Quase fechado: João Rego pode deixar o Benfica e já há destino em cima da mesa


O futuro de João Rego no Benfica pode passar por uma mudança temporária ainda nesta temporada. O jovem médio encarnado está perto de sair por empréstimo até ao final da época, com o PAOK, da Grécia, a surgir como o clube mais interessado em garantir os seus serviços.

De acordo com informações avançadas pelo jornal A Bola, o emblema de Salónica já iniciou contactos exploratórios com o Benfica, demonstrando interesse concreto no internacional jovem português. No entanto, qualquer avanço nas negociações está dependente de um ponto considerado essencial pela estrutura encarnada: a renovação contratual de João Rego antes de uma eventual cedência.

Promovido ao plantel principal do Benfica na época passada, João Rego tem vindo a somar oportunidades de forma gradual. Em 2024/25, o médio participou em 13 jogos, apontando um golo, num contexto de forte concorrência no meio-campo das águias. Já na presente temporada, 2025/26, o jogador de apenas 20 anos tem sido utilizado maioritariamente numa posição mais adiantada, atuando como extremo, função onde também conseguiu deixar a sua marca.

Até ao momento, João Rego soma 14 partidas oficiais nesta época, tendo voltado a faturar uma vez. Apesar do aproveitamento, a verdade é que o crescimento do jovem pode ser travado pela entrada de novos reforços no mercado de inverno, situação que reduziu o espaço disponível no plantel orientado por José Mourinho.

É precisamente neste contexto que surge o PAOK como uma solução vista com bons olhos por todas as partes. O clube grego procura reforçar o setor ofensivo para atacar a fase decisiva da temporada e acredita que João Rego pode acrescentar qualidade, versatilidade e intensidade, características muito valorizadas no futebol helénico.

Além disso, o projeto desportivo apresentado pelo PAOK é considerado apelativo. A equipa de Salónica segue atualmente a apenas um ponto do AEK na luta pelo topo do campeonato grego e já garantiu presença nos playoffs da Liga Europa, onde terá pela frente o Celta de Vigo, num duelo que promete grande visibilidade internacional.

Para o Benfica, o empréstimo surge como uma oportunidade clara para potenciar a evolução do jogador, permitindo-lhe somar minutos competitivos de forma regular num campeonato exigente, ao mesmo tempo que mantém o controlo total do seu futuro. A eventual renovação contratual antes da saída serviria precisamente para proteger o ativo, evitando riscos a médio prazo.

Fontes próximas do processo indicam que o dossiê está a ser analisado com cautela, mas há abertura total das águias para a operação, desde que as condições desportivas e contratuais sejam salvaguardadas. Do lado do jogador, a possibilidade de jogar com maior regularidade e de competir em provas europeias é vista como um passo importante na sua carreira.

João Rego continua a ser encarado internamente como um futebolista com grande margem de progressão, mas a estrutura encarnada acredita que, neste momento, um empréstimo pode ser decisivo para acelerar o seu crescimento e regressar mais preparado à Luz.

Nas próximas semanas são esperados novos desenvolvimentos, sendo que o desfecho poderá acontecer rapidamente caso Benfica, PAOK e o jogador cheguem a acordo total. Certo é que o jovem talento encarnado está cada vez mais perto de viver a primeira experiência internacional da carreira.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

“Negócio do século” em marcha? Imprensa espanhola revela plano milionário do Sporting


A renovação iminente de Francisco Trincão com o Sporting está a provocar forte impacto além-fronteiras, sobretudo em Espanha, onde a operação está a ser descrita como um verdadeiro “negócio do século”. O diário catalão Sport garante que os leões não estão apenas a segurar um dos jogadores mais influentes da Liga portuguesa, mas também a preparar o terreno para uma futura venda milionária.

Segundo a publicação espanhola, o Sporting está muito perto de fechar a renovação do internacional português até 2030, num acordo estratégico que assegura estabilidade desportiva imediata, sem, no entanto, afastar o interesse dos gigantes europeus. Um dos detalhes que mais chama a atenção é o facto de a cláusula de rescisão não sofrer alterações significativas, mantendo-se apelativa para clubes da Premier League, mercado onde Trincão é visto como um jogador com enorme margem de valorização.

O jornal sublinha que esta renovação surge num momento particularmente favorável para o Sporting. Trincão atravessa a melhor época da carreira, assumindo um papel central no modelo ofensivo da equipa. Os números falam por si: 10 golos e 12 assistências, registo que o coloca como o jogador mais decisivo da Liga portuguesa em termos ofensivos, superando vários nomes de peso do campeonato.

Além do impacto interno, o extremo tem vindo a consolidar o seu estatuto na seleção nacional, algo que aumenta ainda mais o seu valor de mercado. Para o Sport, o Sporting está a agir com frieza e visão estratégica: renova para proteger o ativo, mas mantém todas as portas abertas para um encaixe financeiro histórico num futuro próximo.

Outro ponto-chave destacado pela imprensa espanhola prende-se com a questão dos direitos económicos. Durante largos períodos, o Sporting nunca ponderou seriamente a venda de Trincão enquanto parte desses direitos permanecia na posse do Barcelona. Essa situação mudou recentemente, com os leões a passarem a deter a totalidade do passe do jogador, o que altera por completo o enquadramento de uma eventual transferência.

Com esta condição assegurada, qualquer venda futura representará lucro integral para o clube de Alvalade, cenário que explica a confiança com que a renovação está a ser conduzida. O Sport considera mesmo que esta é uma jogada rara no futebol moderno: segurar o jogador no auge, mantê-lo motivado e preparado para render desportivamente, enquanto o mercado internacional observa atentamente.

A ligação de Trincão ao agente Jorge Mendes é outro fator sublinhado pelo diário catalão. Em Espanha, acredita-se que essa relação aumenta significativamente a probabilidade de uma transferência a curto ou médio prazo, sobretudo para campeonatos de maior poder financeiro. Bayern Munique, Manchester City e AC Milan são apontados como alguns dos clubes que já acompanham de perto a evolução do extremo leonino.

Apesar de toda esta especulação, no Sporting a mensagem pública é de tranquilidade. Rui Borges, treinador dos leões, já manifestou satisfação pela renovação iminente, destacando a importância de Trincão no projeto desportivo e a sua influência dentro e fora do relvado. Para o técnico, garantir a continuidade do jogador é sinónimo de competitividade acrescida numa temporada exigente, marcada por várias frentes de luta.

No entanto, em Espanha, o futuro do internacional português continua a ser visto como tudo menos fechado. O Sport insiste que a renovação não representa um ponto final na história, mas antes o início de uma nova fase, onde o Sporting poderá capitalizar ao máximo o talento de um jogador que chegou a Alvalade para relançar a carreira e que hoje é uma das maiores figuras do futebol português.

Com 26 anos e na quarta época ao serviço dos leões, Francisco Trincão surge agora no centro de um plano que pode redefinir o equilíbrio financeiro do clube. Se os cenários traçados pela imprensa espanhola se confirmarem, Alvalade poderá estar mesmo a preparar uma das maiores vendas da sua história recente — um verdadeiro “negócio do século”

Última hora: Sterling no Benfica a custo zero?


O nome de Raheem Sterling começa a ganhar força no universo encarnado e promete agitar os bastidores do futebol português. De acordo com a imprensa turca, o internacional inglês está a ser apontado ao Benfica, numa operação que poderá acontecer a custo zero, cenário que naturalmente desperta enorme curiosidade entre os adeptos das águias.

Segundo avança o Samsun Halk Gazetesi, a possível chegada de Sterling à Luz surge por indicação direta de José Mourinho. O treinador português, atualmente muito atento ao mercado de oportunidades, terá sugerido o nome do extremo inglês à estrutura encarnada, levando o Benfica a acompanhar de perto a situação do jogador.

Raheem Sterling, de 30 anos, encontra-se livre no mercado depois de ter rescindido contrato com o Chelsea, clube onde deixou de fazer parte dos planos técnicos. Apesar do estatuto e do currículo de alto nível, o internacional inglês acabou por não se afirmar em Stamford Bridge, o que abriu a porta a uma saída definitiva sem custos de transferência.

Na última temporada, Sterling esteve emprestado ao Arsenal, onde teve um papel mais discreto. Ainda assim, somou 28 jogos oficiais, registando um golo e cinco assistências, números modestos, mas que não apagam a sua experiência em competições de topo como a Premier League, Liga dos Campeões e grandes torneios internacionais ao serviço da seleção inglesa.

Apesar da associação ao Benfica, a mesma fonte garante que o Samsunspor, da Turquia, é neste momento o clube mais adiantado nas conversas. O presidente do emblema turco, Yuksel Yildirim, confirmou publicamente que já existiram contactos exploratórios com o jogador, embora admita que ainda não foi apresentada qualquer proposta formal. As negociações estão a decorrer sobretudo junto do agente de Sterling.

Este cenário coloca o Benfica numa posição de observação estratégica. A possibilidade de contratar um jogador com o currículo de Sterling sem pagar transferência é vista internamente como uma oportunidade rara, ainda que existam reservas relacionadas com o salário elevado e a condição física do atleta, que tem lidado com alguma irregularidade nas últimas épocas.

Caso avançasse, Sterling poderia oferecer ao Benfica algo diferente nos corredores ofensivos: experiência, velocidade, capacidade de desequilíbrio e maturidade competitiva, características que podem ser decisivas tanto em provas internas como nas competições europeias. Além disso, a presença de um nome mediático poderia ter impacto imediato ao nível da marca e da projeção internacional do clube.

No entanto, fontes próximas do processo sublinham que qualquer avanço por parte das águias dependerá de vários fatores, nomeadamente da flexibilidade salarial do jogador e do enquadramento no projeto desportivo definido para a próxima temporada. O Benfica mantém a política de equilíbrio financeiro, mesmo quando surgem oportunidades aparentemente irrecusáveis.

Para já, não existe confirmação oficial por parte da SAD encarnada, mas o simples facto de o nome de Raheem Sterling estar a ser associado ao Benfica já é suficiente para incendiar as redes sociais e alimentar o debate entre os adeptos. Com o mercado sempre atento a jogadores livres, este dossiê promete novos capítulos nas próximas semanas.

Mercado fechado, mas Benfica já prepara surpresa: médio internacional está na mira das águias

 


Apesar do mercado de transferências de inverno já ter encerrado, o Benfica continua atento a oportunidades que possam reforçar o plantel a médio prazo. Um dos nomes que está a ganhar força nos bastidores da Luz é o de Denil Castillo, médio equatoriano de apenas 21 anos que atua no Midtjylland, da Dinamarca.

Segundo revelou o jornalista Thomas Twotrepi, o jovem internacional do Equador encontra-se sob observação do departamento de scouting encarnado há mais de um ano, sendo visto como um jogador com enorme margem de progressão e com perfil adequado às exigências do futebol europeu de alto nível.

Denil Castillo é um médio de características maioritariamente defensivas, forte no desarme, com boa leitura de jogo e capacidade para equilibrar a equipa no momento sem bola. No Midtjylland, tem vindo a afirmar-se como uma das peças-chave do meio-campo, assumindo responsabilidades apesar da pouca idade e mostrando maturidade competitiva.

O clube dinamarquês apostou forte no futebolista, investindo cerca de cinco milhões de euros para o contratar ao Shakhtar Donetsk, sinal claro da confiança no potencial do jogador. Desde então, Castillo não só conquistou o seu espaço no onze como também somou experiência em provas europeias, com presenças na Liga Europa, algo que valorizou ainda mais o seu estatuto no mercado.

As boas exibições não passaram despercebidas além-fronteiras. De acordo com a mesma fonte, Brentford e Bournemouth, ambos da Premier League, estão atentos à evolução do médio equatoriano, podendo avançar com propostas no próximo mercado de verão. Esta concorrência inglesa poderá complicar as intenções do Benfica, caso as águias decidam avançar de forma concreta.

Outro fator que aumenta a cotação de Denil Castillo é o seu percurso internacional. O médio já soma internacionalizações pelo Equador e é apontado como um dos candidatos fortes a integrar a lista final da seleção para o próximo Campeonato do Mundo, o que poderá inflacionar ainda mais o seu valor de mercado.

Com contrato válido até 2029, o Midtjylland não tem qualquer pressa em negociar. O clube nórdico estará a exigir um valor a rondar os seis milhões de euros para libertar o jogador, montante considerado elevado, mas ainda dentro de parâmetros aceitáveis para o Benfica, sobretudo tendo em conta o potencial de valorização futura.

Na Luz, a política passa por antecipar o mercado e garantir jovens talentos antes da explosão definitiva. Denil Castillo encaixa nesse perfil e poderá ser visto como uma solução estratégica para reforçar o meio-campo nas próximas épocas, especialmente numa altura em que o Benfica procura renovar gradualmente o setor intermédio.

Para já, não existe qualquer negociação formal, mas o dossiê está bem referenciado e poderá ganhar novos desenvolvimentos quando o mercado de verão reabrir. Até lá, o nome de Denil Castillo promete continuar a ser associado às águias, alimentando a expectativa dos adeptos sobre um possível reforço de futuro.

(VÍDEO) Momento polémico gera revolta: Adeptos do Sporting acusam jornalista da CMTV de ser “lampiã”


Um momento captado em direto durante a transmissão televisiva do encontro entre Sporting e Nacional está a gerar enorme polémica nas redes sociais. Sara Guterres, jornalista da CMTV, encontra-se no centro da controvérsia depois de uma reação sua ao golo apontado por Luis Suárez, já nos instantes finais da partida, ter sido interpretada por vários adeptos leoninos como um sinal claro de simpatia pelo Benfica.

As imagens do episódio começaram a circular poucas horas após o final do jogo e rapidamente ganharam grande tração, sobretudo em páginas, grupos e perfis associados ao universo sportinguista. No vídeo, é possível ver a jornalista a reagir de forma efusiva no momento do golo, algo que muitos adeptos consideraram inadequado para alguém que exerce funções jornalísticas em contexto de transmissão desportiva.

A partir daí, a indignação espalhou-se rapidamente. Nas redes sociais, multiplicaram-se os comentários acusando Sara Guterres de ser “lampiã”, termo frequentemente utilizado para identificar simpatizantes do Benfica. Alguns utilizadores questionam a imparcialidade da jornalista, defendendo que um profissional de comunicação social deve manter uma postura neutra, independentemente do clube envolvido.

“Não é normal uma jornalista reagir assim a um golo contra o Sporting”, escreveu um adepto no X (antigo Twitter). Outro comentário bastante partilhado refere que “quem está em direto deve controlar emoções, sobretudo quando trabalha num canal nacional”. Há ainda quem vá mais longe e peça esclarecimentos à própria CMTV sobre os critérios de imparcialidade dos seus profissionais.

Por outro lado, também surgiram vozes em defesa da jornalista. Alguns internautas consideram que a reação foi exageradamente interpretada e lembram que jornalistas são humanos, podendo ter reações espontâneas em momentos intensos de jogo. “Uma expressão facial não define clubismo”, escreveu um utilizador, sublinhando que o vídeo pode estar a ser usado fora de contexto para alimentar polémicas entre adeptos rivais.

Até ao momento, nem Sara Guterres nem a CMTV emitiram qualquer comunicado oficial sobre o caso. O silêncio da estação televisiva tem, no entanto, contribuído para que o tema continue a ganhar força nas redes sociais, com novas partilhas do vídeo e debates acesos entre adeptos de diferentes clubes.

Este episódio surge numa altura em que a relação entre adeptos, comunicação social e futebol português tem sido marcada por sucessivas polémicas. A exigência de imparcialidade por parte dos jornalistas desportivos é um tema recorrente, especialmente num país onde a rivalidade entre clubes como Sporting, Benfica e FC Porto assume contornos muito intensos.

Para muitos adeptos leoninos, este caso é mais um exemplo do que consideram ser um tratamento desigual por parte de alguns órgãos de comunicação social. Já outros defendem que situações como esta acabam por desvalorizar o trabalho jornalístico e desviam atenções do essencial: o futebol jogado dentro das quatro linhas.

Independentemente das interpretações, o vídeo continua a somar visualizações e comentários, tornando-se um dos temas mais falados nas últimas horas no universo desportivo nacional. A polémica promete não ficar por aqui e poderá mesmo levar a uma reação oficial, caso a pressão dos adeptos continue a aumentar.

Enquanto isso, o episódio serve de novo alerta para o impacto que pequenos gestos ou reações podem ter num ambiente altamente polarizado como o futebol português, onde cada detalhe é escrutinado ao pormenor e rapidamente transformado em motivo de debate público.

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Benfica fecha mercado de inverno e dá decisão final sobre reforços


A SAD do Benfica anunciou oficialmente que o mercado de inverno está encerrado para o clube. Após semanas de análise e negociações, a estrutura encarnada decidiu não contratar mais nenhum extremo, confiando na recuperação e evolução do plantel atual. A decisão surge num contexto em que Dodi Lukebakio está prestes a regressar aos treinos sem limitações e os jovens Andreas Schjelderup e Gianluca Prestianni mostraram grande rendimento nas últimas partidas.

O reforço das alas era uma das prioridades da direção durante a reabertura do mercado. Vários nomes estiveram em cima da mesa, incluindo André Luiz, do Rio Ave, e Wesley, do Al Nassr. No entanto, ambos os processos acabaram por não se concretizar devido a questões financeiras. No caso de André Luiz, as exigências do investidor Evangelos Marinakis inviabilizaram a negociação, enquanto a proposta pelo internacional brasileiro Wesley esbarrou nas condições impostas pelo clube saudita. Assim, a direção optou por apostar nos jogadores já disponíveis, evitando despesas adicionais e riscos financeiros nesta fase da temporada.

O fator determinante na decisão foi o regresso iminente de Dodi Lukebakio. O extremo belga, de 28 anos, está prestes a voltar a treinar a plena capacidade cerca de dois meses e meio após sofrer uma fratura no tornozelo esquerdo ao serviço da seleção. Após a cirurgia, o jogador entrou na fase final da recuperação e poderá já ser opção para José Mourinho na receção ao Alverca ou na deslocação ao Santa Clara. A sua volta representa um reforço significativo para o técnico português, que descreveu o momento como um “dia mágico” para a equipa.

Lukebakio, que chegou ao Benfica vindo do Sevilha, assumiu-se como peça importante no início da temporada. Depois de um primeiro jogo como suplente utilizado, fruto de limitações físicas, o extremo tornou-se titular em dez partidas consecutivas, somando um golo e três assistências. A sua capacidade de quebrar linhas, velocidade e inteligência tática são agora ainda mais valorizadas, numa altura em que o Benfica procura consolidar a posição na Liga Portugal e preparar-se para o play-off da Liga dos Campeões frente ao Real Madrid.

Além do belga, José Mourinho continua a confiar nos jovens Schjelderup e Prestianni, que têm aproveitado bem as oportunidades e contribuído com rendimento ofensivo importante. Schjelderup tem mostrado consistência na criação de jogadas e capacidade de finalização, enquanto Prestianni, apesar de alguns sustos físicos recentes, continua a evoluir e promete ser uma referência nas alas. O treinador conta também com Sidny Lopes Cabral, que integrou-se rapidamente no plantel, e Bruma, que procura recuperar a melhor forma após um período prolongado de paragem.

Com esta decisão, o Benfica fecha o mercado de inverno com um plantel equilibrado e uma rotação mais sólida nas alas. Mourinho passa a ter à disposição várias opções para gerir cargas físicas, estratégias de jogo e eventuais lesões. A aposta na evolução interna e no retorno de jogadores lesionados evidencia a confiança do clube no trabalho da sua equipa técnica e na capacidade de adaptação dos atletas.

O encerramento do mercado também marca um ponto de estabilidade para a SAD do Benfica. Sem novas contratações, o foco passa a estar totalmente na reta final da temporada, nas competições internas e na Liga dos Campeões. Com Lukebakio a regressar e os jovens talentos a ganharem espaço, a direção espera que o plantel consiga atingir os objetivos delineados, mantendo-se competitivo em todas as frentes e pronto para as decisões mais importantes da temporada.

Em resumo, o Benfica aposta na recuperação de Lukebakio, na consolidação de Schjelderup e Prestianni e na integração dos restantes elementos ofensivos, fechando o mercado com uma mensagem clara: confiança na equipa, estabilidade financeira e ambição máxima para o restante da temporada.